O Estrategizando sente-se entretanto no dever de questionar o luso PR, o luso governo e os partidos presentes na AR sobre o que fizeram para prevenir o ora vivido seja um golpe militar real ou fictício

"Eu limitei-me apenas a fazer aquilo que um chefe de Estado deve fazer, que foi contactar o chefe de Estado guineense para saber como é que ele se encontrava, o que fiz ontem [quarta-feira]", declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, em Lisboa, a propósito da situação na Guiné-Bissau.

Os gestos bonitos nao sao suficientes quando se vivia um ambiente de pre golpe de degradação do Estado Democratico e de Direito e nada se fez ate hoje!

Afirmou MRSousa  que Sissoco Embaló lhe disse que estava "de saúde boa e que estava numa situação que considerava da sua parte como uma situação que não justificava, para já, nenhum tipo de comentário"…

Estranho ambiente de golpe militar…

"Eu achei que mais que isso seria interferir numa situação interna guineense. Comuniquei ao Governo que a reação tinha sido uma reação agradecida, positiva e simpática", acrescentou o chefe de Estado.

"É uma questão interna daquele país, mas, naturalmente, justifica a preocupação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)", que convocou "uma reunião para abordar essa matéria", o que nos faz levantar a questão- só agora porquê?

Segundo o chefe de Estado português, "não há nada como não estar a exprimir opiniões acerca de uma matéria sem verificar qual é a matéria de facto, e respeitar aquilo que vai sendo definido num país soberano em relação à sua vida interna".

"Não nos chegou, até agora, notícia de problemas envolvendo portugueses", adiantou.