O Partido Comunista Português (PCP) contesta o encerramento de serviços de urgência e esta  reestruturação do Serviço Nacional de Saúde (SNS)

O partido acusa o Governo de desmantelar o SNS para favorecer grupos privados, apontando a falta de investimento e a degradação das condições de trabalho como causas principais. 

O PCP tem centralizado a sua oposição em vários pontos críticos

O partido rejeita o novo regime jurídico que cria urgências regionais, como em áreas como a Península de Setúbal por considerar que limita o acesso da população e obriga a deslocações longas.

O PCP teme que o encerramento ou concentração das urgências de obstetrícia e ginecologia nesta unidade coloque em risco milhares de grávidas e sobrecarregue outros hospitais da região.

Exigem a reversão da transformação das urgências do Hospital dos Covões (Coimbra) e têm criticado o fecho pontual ou definitivo de valências nos hospitais de Serpa e Barreiro.

O PCP tem levado a cabo tribunas públicas, protestos locais e iniciativas legislativas na Assembleia da República para exigir a manutenção e o reforço destes serviços.