Foi lá para dizer que na realidade há ajudas que não estão a ser bem executadas o que põe ainda mais em causa o governo mas que ele quer que se empurre para o “Estado”!
Claro que o objetivo não era responsabilizar ninguém, mas arranjar forma de resolver a situação.
Aflito até pela tarefa para a qual terá sido empurrado José Pedro Aguiar-Branco, aos jornalistas, achs que se conclui que existe uma urgência em "recuperar mais breve possível toda a pujança possível a nível económico social" nestas zonas.
Aguiar-Branco garantiu que ficou sinalizado tudo aquilo que ainda falta fazer para que a ajuda chegue a esta região, assumindo que os planos de apoio não estão a ser tão efetivos como se esperava.
“Há medidas políticas e soluções que estão corretas, mas que depois na sua execução, daquilo que tem efeito, foram detectadas situações em que a ajuda não chega tão depressa", disse, e mais uma vez teve aue dizer que se trata "não de responsabilizar A, B ou C, mas de detetar a forma de isto não pode acontecer".
"O ponto essencial é que muitas vezes não é sequer a solução politica [que está mal] é a sua execução. A sua eficiência em ser executada", reforçou, considerando que os "grupos parlamentares levam daqui muitas informações".