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O PS declarou via o deputado Nuno Fazenda hoje, 03.07, que o porta-voz do PSD mostra desconhecimento dos dossiês, e "confundir alhos com bugalhos" para "distorcer a realidade do país".
Derrota parlamentar da proposta laboral do PSD/CDS expõe fragilidades da maioria governativa e reforça críticas à orientação económica e social do Executivo, enquanto Luís Montenegro mantém confiança total na ministra do Trabalho após o revés na Assembleia da República.
Foram cinco os projetos de voto aprovados como a iniciativa do PS que condena a "detenção por forças navais israelitas de cidadãos portugueses em águas internacionais" e do Livre, que condena a interceção das embarcações e o tratamento "degradante e humilhante" dos ativistas da Global Sumud pelo ministro israelita da Segurança Nacional, o nazi Itamar Ben-Gvir.
Na mesma altura o PR António José Seguro afirmou que Portugal é um país moderno "que quer de volta os seus" e, já sendo "extraordinário para se viver", também "deve ser extraordinário para se trabalhar".
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, entende que a eleição de Portugal no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) enquanto membro não permanente mostra o "enorme prestígio internacional de Portugal" que pode ser ainda maior se o país for "a voz do diálogo".
A líder parlamentar do PCP, Paula Santos, acusou o Governo de se comportar como "um súbdito perante os Estados Unidos da América e Israel" e defendeu que uma comissão de inquérito é o instrumento mais adequado para escrutinar a ação do Governo.
Não é difícil imaginar tal!
Basta ver a cautela ( para não dizer submissão) com que o venturinha tratou o seu adversário direto Passos Coelho para percebermos os incômodos que se vivem nas lusas direitas!
Passos Coelho foi o pai da desgraça troikiana com privatizações aceleradas com uma agressiva austeridade em especial sobre os habituais mais frágeis.