Os portos ficam em silêncio: a guerra pacífica dos trabalhadores contra a guerra
Uma mobilização internacional sem precedentes recentes reúne trabalhadores de 113 portos, em 22 países, numa ação coordenada contra o transporte de armamento e a militarização das infraestruturas portuárias. De Livorno ao Pireu, de Marselha à Índia, os sindicatos demonstram que o comércio internacional depende de quem movimenta as mercadorias e que a recusa de participar na logística militar pode transformar-se num poderoso instrumento de contestação.
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