A UE trabalha numa "caixa de ferramentas" que vai divulgar para fazer face aos elevados preços da energia.
Haverá apoio direcionado a consumidores e empresas, possíveis reduções fiscais e ajustes de tarifas utilização de instrumentos de mercado e reservas estratégicas.
Lembremos , que estamos a quase dois meses desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e da consequente resposta iraniana.
Segundo a Lusa o executivo comunitário vai sugerir medidas que os Estados-membros podem adotar e que têm já impacto, desde logo "promover pelo menos um dia obrigatório de teletrabalho por semana quando possível" e "fechar edifícios públicos quando possível".
A UEvquer alternativas ao carro como bicicletas partilhadas, zonas sem viaturas, partilha de automóveis, mais veículos elétricos e maior incentivo à utilização de transporte público.
Haverá que se "evite viagens aéreas sempre que possível" e que se reduzam "viagens [de avião] no setor público".
Ajustar-se-á os sistemas centralizados de ar condicionado em edifícios públicos para aumentar a eficiência e a regulação da temperatura das caldeiras das casas abaixo de 50°C.
São propostos vales de energia, preços regulados temporariamente, reduções totais ou parciais direcionadas de impostos especiais sobre a eletricidade e uma proibição temporária de cortes de energia.
A Comissão Europeia quer mais aposta em energias renováveis, armazenamento e eficiência energética e incentivos para substituir motores elétricos ineficientes e sistemas fósseis por renováveis.
Facilitar-se-á este mês, a coordenação das medidas nacionais relativas ao enchimento das reservas de gás e à eventual libertação de reservas de petróleo.
A sra Leyen, apelou à "proteção de famílias vulneráveis e setores mais afetados pelos preços elevados da energia", avisando que as medidas devem ser "direcionadas aos mais vulneráveis, rápidas e temporárias".
"Será também considerado um maior grau de flexibilidade nas regras de auxílios estatais para apoiar setores mais expostos", indicou.
Defendeu, ainda, a "redução da procura de energia dado que a energia mais barata é aquela que não se consome".
Esta lider da UE pediu a redução da dependência dos combustíveis fósseis e na energia limpa.
A UE importa a maior parte do petróleo e gás que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética causada pela escalada no Médio Oriente.
A UE garante não haver problemas no abastecimento de petróleo e de gás mas assiste-se à volatilidade dos preços, ao aumento dos custos para famílias e empresas, à pressão inflacionista e a perturbações na indústria e nos transportes.
Ora bem sabe-se que ha investidores que têm apostado milhões de dólares sempre um pouco antes do presidente dos EUA, duck Trump, fazer grandes anúncios neste seu segundo mandato o que faz por demasiadas vezes.
A BBC analisou dados de volume de negociações que sugerem que várias apostas de grande porte foram feitas pouco antes de Trump fazer declarações que impactaram o mercado.
Resta saber quais os “europeus investidores” protegidos nesta sombra tao “ambientalista”