Esta jovem russa com apenas 18 anos, impôs um ténis agressivo, combinando potência e precisão, fatores que foram decisivos para derrotar a polaca Chwalinska numa final eletrizante.
Esta vitória é um marco histórico para a sua geração, como também coloca Andreeva na ribalta como uma das estrelas mais promissoras do circuito feminino.
A sua maturidade em court, aliada a uma mentalidade vencedora, demonstra que está preparada para rivalizar com as melhores do mundo.
Claro que o presidente russo Putin ja condecorou as tenistas russas Mirra Andreeva e Diana Shnaider com a Ordem do Mérito à Pátria, 1ª classe, conforme decreto correspondente.
Foram premiadas pelos seus méritos no desenvolvimento da cultura física e do desporto bem como por muitos anos de trabalho dedicado.
O vice-presidente da Federação Russa de Patinação Artística, Sergey Kononykhin, também recebeu a honraria.
Andreeva, nos seus 18 anos, é tricampeã da WTA.
Atualmente, ela é a tenista russa mais bem classificada, ocupando o 5º lugar no ranking da WTA.
O seu melhor resultado em torneios do Grand Slam foi no Aberto da França de 2024, quando chegou às semifinais.
Em 2023, a WTA nomeou Andreeva a estreante do ano e a competir nos Jogos Olímpicos de Verão de 2024 em Paris, ela conquistou a medalha de prata nas duplas femininas, jogando ao lado da russa Diana Shnaider.
Shnaider, de 21 anos, ocupa atualmente a 19ª posição no ranking da WTA. Ela possui quatro títulos da WTA, todos conquistados na temporada anterior. Seu melhor resultado em torneios do Grand Slam foi chegar às quartas de final do Aberto dos Estados Unidos de 2024.
Neste mundo estranho e às vezes meio carnavalesco Mirra Andreeva e outros tenistas russos competem sob bandeira neutra (sem bandeira ou representação nacional) nos circuitos profissionais e torneios de Grand Slam uma medida adotada pelas entidades organizadoras do tênis que está em vigor devido ao conflito na Ucrânia.