António José Seguro sublinhou que o mundo atravessa "um período de mutações profundas", alertando para "fragmentação política", a tentativa de "esvaziamento das organizações multilaterais" e os impactos diretos dos conflitos na Europa e no Médio Oriente.
A guerra na Ucrânia, disse, alterou "de forma abrupta" a perceção da segurança coletiva, exigindo aos Estados "medidas compatíveis com a missão de defesa e salvaguarda da soberania nacional".
Bem, hoje qualquer analista sabe, mesmo que nao o diga que a guerra na Ucrania resultou de uma má perceçao da sra Merkel sobre o conflito no Donbass e de demasiado arrogante otimismo de Putin quanto às capacidades militares da Russia e da Ucrania
Por tal - dois milhoes de mortos em terras europeias!
O PR vem defender que Portugal deve acompanhar os compromissos internacionais assumidos no âmbito da União Europeia e da NATO quando tango uma como a outra se encontram bem divididas pelo que falar em "investimento, modernização e reforço de capacidades", sem olhar para as opções dos vizinhos como as Espanhas - Não à Guerra e nada de aumento nos investimentos militares! - mostram outras vias que nao a militarista!
E justificou o proximo Conselho de Estado dizendo. "Vivemos num quadro dinâmico e de risco acrescido que exige das Forças Armadas um nível de prontidão e modernização sem precedentes".
O Presidente afirmou que a modernização militar deve "envolver a indústria nacional", gerar emprego qualificado e estimular inovação tecnológica, defendendo "um verdadeiro sistema de aplicação dual ao serviço de Portugal" que permita ao país "afirmar-se em áreas tecnológicas estratégicas".
Esta modernização, vincou, deve ser "séria e equilibrada", articulada com outras necessidades nacionais, "em particular nas áreas sociais".
Segundo o Comandante Supremo das Forças Armadas, o investimento na Defesa deve ser "inteligente", envolver a indústria nacional e "ajudar a criar mais riqueza e melhores empregos", potenciando "também o sistema científico português".
António José Seguro dedicou parte significativa do discurso aos recursos humanos das Forças Armadas, considerando "imperativo" tornar a carreira militar mais atrativa, valorizar carreiras e garantir "previsibilidade e dignidade" aos profissionais.
"Não há Forças Armadas sem recursos humanos", afirmou, salientando o papel dos militares como pilar da democracia, subordinados à Constituição e à vontade dos cidadãos.
O Presidente da República insistiu na necessidade de tornar a "carreira militar mais apelativa para os jovens", defendendo medidas que garantam a permanência dos quadros e o reforço da motivação interna.
Antes de abordar as questões de segurança, António José Seguro evocou a escolha de Santarém como palco da cerimónia, sublinhando o simbolismo da cidade e homenageando Salgueiro Maia, cuja liderança no 25 de Abril qualificou como "exemplo de integridade e sentido de dever".
O chefe de Estado enalteceu ainda o papel das tropas portuguesas em missões no estrangeiro no âmbito da NATO, União Europeia, ONU e CPLP, qualificando-as como "vetor fundamental da política externa portuguesa".
Estamos ainda longe de “termos PR” mas acreditamos que la se chegará ä medida que duck Trump mostre quem é - anti ocidente e anti nato e interessado somente nas riquezas naturais do Resto do Mundo !