O ministro Fernando Alexandre sublinha que "José Saramago é, obviamente, um escritor de referência" e admite que deve ser obrigatório ler este como outros escritores nacionais, apontando que há "grandes escritores em Portugal" e refere-se a um Premio Nobel como “uma opção entre varias”.
Tal obviamente na linha certamente do “brilhante” intelectual sr Silva que abrilhantou a cultura portuguesa com um Veto Literário em 1992 pois enquanto Primeiro-Ministro, o governo de Cavaco Silva vetou a candidatura do livro "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" ao Prémio Literário Europeu, alegando desrespeito religioso.(!)
Para o Governo: Saramago "não seria retirado dos currículos", mas seria antes "uma opção entre várias"
Lembremos que António de Albuquerque de Sousa Lara, que vetou a candidatura de Saramago ao Prémio Literário Europeu nos anos 90, foi condecorado com Ordem do Infante D. Henrique pelo sr Silva o que levou Saramago a abandonar Portugal