Nas redes sociais, Nuno Valente  escreve que não aceita que "a presidência da junta seja condicionada por interesses que não correspondam aos interesses da população".

"Ao longo deste percurso, as incompatibilidades com estruturas partidárias, a falta de apoio e determinadas atitudes tornaram impossível continuar a exercer este mandato dentro dessa estrutura", refere o autarca sobre a desvinculação do cheganice.

O partido chegano  venceu e garantiu a presidência de executivos/liderança em 13 freguesias em todo o país

O partido obteve perto de 11,9% dos votos a nível nacional para as assembleias de freguesia, expandindo a sua presença em vários órgãos locais.

Alem da Quinta do Anjo em Palmela na Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa (Vila Franca de Xira) 3 eleitos renunciaram em agosto de 2026 ao executivo da junta, apontando divergências com a liderança nacional e falhas em acordos locais.

Sao quanto a saídas pontuais àc  dezenas os  autarcas e vereadoresque sairsm  por todo o país devido a divergências internas e com as estruturas distritais ou nacionais

Os três eleitos do Chega no executivo da União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa apresentaram a renúncia aos cargos, alegando falta de condições para continuar a integrar um executivo que, dizem, falhou na defesa da população e na oposição ao estacionamento pago.

Os três eleitos do Chega no executivo da União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa apresentaram a renúncia às suas funções, anunciou o partido em comunicado divulgado esta sexta-feira, 10 de Julho.

A decisão surge na sequência da polémica em torno do projecto de estacionamento pago e da instalação de parquímetros na freguesia, medida que o partido considera “uma linha vermelha inaceitável e intransponível”.
No comunicado, os eleitos Júlio Runa, Alexandra Rodrigues e Guilherme Medeiros justificam a saída com a alegada falta de condições para continuar a participar num executivo que, afirmam, “virou as costas à população” e se recusa a cumprir compromissos assumidos.
O Chega refere que, na reunião do executivo realizada a 8 de Julho, foi aprovada por maioria uma posição pública contra o estacionamento pago, com os votos favoráveis dos três eleitos do partido e de dois membros da coligação Nova Geração (PSD/CDS-PP/IL).

Segundo o partido, a presidente em substituição, Rosa Barral, votou contra a proposta e o presidente da junta, António Inácio, faltou à reunião, tal como faltou à assembleia de freguesia de ontem à noite, conforme noticiou O MIRANTE.
Os eleitos acusam posteriormente António Inácio e Rosa Barral de não terem dado cumprimento à deliberação aprovada pela maioria do executivo.
Além desta questão, o Chega aponta um conjunto de falhas no cumprimento do acordo político celebrado com o PSD após as últimas eleições autárquicas. Entre as críticas constam a não concretização de uma auditoria externa às contas da junta, alegadas deficiências na limpeza urbana, manutenção dos espaços verdes e do espaço público, falta de transparência na gestão e a ausência de uma posição firme da autarquia perante problemas na área da saúde, nomeadamente o encerramento da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados da Póvoa de Santa Iria.