Como se trata do liberal Montenegro quase nada há a dizer ganhou, são 94,8% e pronto!

Com mais 15000 votantes que em 2024 em 2026 so houve 15261 votantes , 26,8% do total de eleitores eis um PSD até internamente em queda!

Eis um PSD que em perda teima em impor pseudo reformas em prol de  um patronato que gera os mais baixos indices de produtividade da UE e os lucros mais descabelados com uma economia que pode ir a 30% de atividades clandestinas e assim sem pagar impostos !

Mas aprendendo mais com a democracia sovietica que com Portugal temos a Angola do MPLA que domina o país desde prlp menos finais de 1974!

Tambem o MPLA vai internamente a votos mas com nao 1, nao 2, mas com 3 candidatos à liderança para com esta liderança se ganharem ( melhor dizendo quando…) as legislativas serao de imediato presidentes da republica

Os 3 candidatos sao: Higaino Carneiro, José Carlos de Almeida e Antonio Venancio!

Deixamos aqui um pouco da sua apresentação,

O general Higino Carneiro tem  curriculum bem complexo que o liga ao grupo Ritz, ao banco Kieve e que surge como  estando constituído arguido e acusado

dos crimes de peculato e burla qualificada, quando foi governador das províncias do Cuando Cubango e de Luanda, segundo a Procuradoria-Geral da República de Angola

Face a estas acusações o general na reforma reagiu ao anúncio através da sua página oficial no Facebook, numa curta declaração: "Nestes processos judiciais, depositamos confiança não como um simples ato de esperança, mas como um compromisso firme com a verdade, com a justiça e com a responsabilidade que nos orienta". 

Higaino Carneiro concluiu a publicação dizendo que "onde existe integridade, existem resultados".

As oposições Angolanas nao o vêm como um credivel PR mas a casta no poder sem duvida que apostará nele

Já Jose Carlos de Almeida apresdnta-se  assim,

“Porque eu sou um cidadão muito consciencioso dos problemas que o nosso país vive. Sou um membro do MPLA, preocupado com a resolução de muitos problemas sociais do país, nomeadamente a educação, a saúde e outras questões sociais. E estou aqui para dar o meu contributo e trazer mudanças.”

( jurista e prof universitário )

E Antonio Venancio,

Com mais de 52 anos de militância dedicada ao MPLA e à nação angolana, António Venâncio propõe uma visão de reconciliação genuína e concórdia nacional, crescimento sustentável e bem-estar para todos os angolanos.

Apesar de uma trajetória política extensa e directamente ligada a momentos estruturantes da história do MPLA, o percurso do engenheiro António Venâncio permanece relativamente desconhecido do grande público. Com mais de cinco décadas de militância activa, Venâncio construiu um trajecto que atravessa a luta clandestina contra o colonialismo português, a formação académica no exterior, a participação em estruturas partidárias e técnicas do Estado e, mais recentemente, a afirmação pública como pré-candidato à presidência do MPLA.”

O “seu envolvimento político remonta a 1973, ainda sob o regime colonial, quando foi convidado por Abel de Fontes Pereira, então coordenador de uma célula clandestina do MPLA, a integrar o Movimento Popular de Libertação de Angola. A tarefa consistia no reforço da mobilização juvenil contra o domínio português. No ano seguinte, a célula foi desmantelada pelas autoridades coloniais e António Venâncio acabou detido pela polícia política. A libertação viria a ocorrer poucos meses depois, na sequência da Revolução dos Cravos, em Portugal, a 25 de Abril de 1974.

Restituída a liberdade, envolveu-se de imediato na actividade política aberta. Participou no grande acto de recepção do MPLA no bairro Rangel, em Luanda, a 8 de Novembro de 1974, realizado após o cessar-fogo entre as forças coloniais e os movimentos de libertação. Neste período, participou no recrutamento de jovens para o MPLA, então com base em Brazzaville, colaborando com o nacionalista Guilherme Tonet, e integrou o Corpo de Activistas Políticos do Departamento de Organização de Massas, no sector operário.

A militância estendeu-se a várias zonas do país, incluindo o Porto de Luanda e o município de Cacuso, na província de Malanje, onde exerceu funções de coordenação política. Em simultâneo, foi eleito membro da direcção provincial da JMPLA em Luanda, integrou a célula do Ministério da Construção e participou em comités de acção nos bairros Sambizanga, Cazenga e Rangel.

Em 1976, foi enviado para Cuba no âmbito de uma missão de formação, prosseguindo posteriormente os estudos superiores na então União Soviética, onde se licenciou em engenharia e obteve, em 1988, o grau de Mestre em Ciências Técnicas. Antes disso, havia frequentado o Liceu Salvador Correia, a Escola Industrial de Luanda e institutos técnicos em Cuba, tendo igualmente integrado o primeiro curso de arquitectura criado no período pós-independência.

Durante a formação no exterior, foi eleito responsável estudantil em Kharkov, na actual Ucrânia, e vice-presidente da União dos Estudantes Angolanos na URSS. No regresso a Angola, retomou a actividade partidária e destacou-se na criação do Comité de Especialidade dos Engenheiros, onde foi eleito coordenador do Grupo Temático para a Construção.

No plano técnico-profissional, António Venâncio dedicou-se à concepção e acompanhamento de projectos de engenharia nas áreas das infra-estruturas, urbanismo, edificações e saneamento básico, tendo participado na fiscalização de centenas de obras públicas em todo o território nacional. É co-autor do estudo prévio de engenharia do projecto Rio Luanda, que prevê o aproveitamento das águas dos rios Kwanza e Zenza, bem como das águas pluviais, para o abastecimento da capital.

Exerceu funções de direcção técnica e de gestão em várias empresas, liderou a construção do Mausoléu de Agostinho Neto, foi Director Nacional de uma empresa de elaboração de projectos e presidiu à Comissão Nacional de Empreiteiros e Fornecedores de Obras Públicas. No aparelho do Estado, desempenhou cargos de Primeiro Assessor e Assessor Principal no Ministério das Obras Públicas e integrou a equipa do PLANAGEO, projecto dedicado ao mapeamento das potencialidades minerais de Angola.

Paralelamente, desenvolveu actividade académica e formativa, leccionando no ISPRA e publicando obras técnicas como Teoria da Fiscalização de Obras e Processos e Princípios das Empreitadas Públicas. Frequentou ainda o Curso de Administração do Estado no INORADE, em Portugal, e chefiou a primeira delegação intersectorial angolana enviada aos Estados Unidos, no quadro da normalização das relações bilaterais.

No seio do MPLA, foi delegado à IV Conferência Nacional, eleito Secretário para as Comunidades no Comité de Acção do Partido onde milita e manteve actividade regular como conferencista e articulista sobre matérias sociais, económicas e políticas.

Em 2021, António Venâncio tornou-se o primeiro militante a declarar publicamente a intenção de concorrer à presidência do MPLA, posição reafirmada em 2024, passando a integrar formalmente o colégio de pré-candidatos. A iniciativa é apresentada como uma defesa do pluralismo interno e da aplicação efectiva da democracia partidária, evocando figuras históricas como Júlio Chipenda e Viriato da Cruz.

Às vésperas do IX Congresso Ordinário do MPLA, Venâncio afirma estar a trabalhar na validação da sua candidatura para disputar o processo interno com base no mérito, com o objectivo de liderar o partido e encabeçar a lista às eleições gerais de 2027. A sua proposta política assenta numa estratégia centrada no desenvolvimento, na concórdia nacional e no respeito rigoroso pelos estatutos do MPLA e pela Constituição da República de Angola.”

O Estrategizando aguarda as restantes candidaturas vindas das oposições!