Esta ministra do trabalho muito pouco dada â gestao dos recursos humanos nas organizações questionada sobre o processo, disse que por "muito importante" que seja, há "mais vida para além da reforma laboral".

E quando levantada a questao ainda das condições para se manter no cargo, esta ministra assegurou que as tem, "enquanto o primeiro-ministro entender", referiu.

Pelo que a incompetência nao conta para o despedimento ministerial…

Segundo ela  a versão final desta reforma "terá de ser decidida em reunião do Conselho de Ministros, que será brevemente sobre esse tema".

"Portanto, não se trata de uma proposta da ministra, trata-se de uma proposta do Governo e, portanto, a decisão final sobre a versão que vai ao Parlamento é do Conselho de Ministros e não da ministra", salientou.

Alias a base da proposta "deverá ser o anteprojeto que foi aprovado já em Conselho de Ministros, em julho do ano passado, mas bastante diferente da versão inicial desse anteprojeto, porque com certeza que incorporará todos os contributos que o Governo entenda úteis e que se produziram durante estes nove meses".

Alguns desses contributos têm "origem em parceiros sociais que estão representados na Concertação Social, outros têm origem em associações empresariais e sindicais não representadas na Concertação Social, e outros, bastantes, aliás, em várias instituições da sociedade civil",

Face à greve gersl a ministra disse que já, "portanto, trata-se de cumprir apenas uma formalidade".

Os patroes certamente agradecem esta instabilidade laboral!