Tudo ao contrário do que quer a sua mãe, ministra do trabalho e o seu pacote laboral!

Serão muitos os debates caseiros ou nulos se por lá falha a Democracia…

Mas olhemos para a realidade sem maternidades e sem ministras pois estamos lá quase, no dia da Greve Geral, onde nos bateremos pelos Direitos dos Trabalhadores, pelos Direitos de todos Nós e contra abusos de ignorantes!

E lembremo-lo neste tempo de elevada concentracao da riqueza no Mundo e em Portugal!

Assim, no Mundo, o 1% Mais Rico controla uma parcela desproporcional da riqueza mundial, com estimativas variando de 45% a 50%, enquanto que os 50% Mais Pobres se quedam com apenas cerca de 2% da riqueza total, a  dados de 2021

E mais nos últimos anos, o 1% mais rico dominou  uma parte muito maior da riqueza gerada do que os 90% mais pobres.

Tudo por via de

  • Uma Tributação Regressiva: a favorecer os mais ricos, em vez de redistribuir a riqueza.
  • Herança: Uma parcela significativa da riqueza dos mais ricos vem de herança, alimentando uma oligarquia de riqueza.
  • Privilégios e Lobby a  influência política beneficia os super-ricos.
  • Exploração: Baixos salários e condições de trabalho precárias para os trabalhadores contribuem para o lucro e acúmulo no topo. 

O que gera:

  • Desigualdade Social: intensificando a pobreza e a desigualdade, travando a democracia e as oportunidades.
  • "Boom" para os Bilionários: A década atual é um período de crescimento recorde para os bilionários. 

 

(Relatórios da Oxfam e do Laboratório de Desigualdade Mundial)

 

A concentração de riqueza em Portugal  entretanto é significativa e bem acima da média europeia, pois  os 10% mais ricos detêm à volta  de 60% da riqueza nacional e os 20% mais abastados controlam mais de 70% do património.

  os 20% mais pobres possuem quase nada, com estimativas recentes a apontar para valores extremamente baixos, como apenas 0,1% evidenciando uma forte desigualdade que se acentuou com a pandemia, apesar de haver uma tendência de diminuição recente da desigualdade de rendimentos.

A desigualdade de rendimentos também é alta, com os mais ricos a ganharem quase 10 vezes mais que os mais pobres, havendo ainda uma grande disparidade regional na riqueza. 

Dados e Indicadores de Desigualdade:

  • Concentração de Riqueza: Os 10% mais ricos detêm cerca de 60% da riqueza. Os 20% mais ricos detêm 71,8% da riqueza.
  • Rendimentos: Os 10% mais ricos ganhavam quase 10 vezes mais que os 10% mais pobres em 2022, e em 2023, os 25% mais ricos detinham 48% da riqueza do país.
  • Índice de Gini: A desigualdade de rendimentos (Gini) aumentou para 33,7 em 2022, o valor mais alto desde 2017, embora tenha havido uma queda para 31,9 em 2024, segundo dados de 2023.
  • Riqueza vs. Rendimento:Portugal destaca-se na UE pela elevada desigualdade tanto em riqueza quanto em rendimento, com o património a estar mais concentrado do que o rendimento,

 

Olhemos agora para a Produtividade por hora de trabalho | Ranking de produtividade da União Europeia

 

Um dos grandes entraves à competitividade da economia portuguesa é a baixa produtividade por hora trabalhada, que é a 9.ª mais reduzida na UE (entre os 26 países analisados) e é cerca de 25% inferior à média no espaço económico europeu.
Além disso, os trabalhadores portugueses registam uma média de 1.631 horas anuais de trabalho, superior à maioria dos países mais desenvolvidos na UE, fica abaixo da maioria das subdesenvolvidas economias da Europa de Leste, que competem com Portugal nos últimos lugares do ranking de produtividade da UE.

Enfim, o pib per capita desses países é a tristeza que segue,

 

Portugal

22479

22311

USD

Grécia

21654

21139

USD

República Tcheca

20445

20252

USD

Estônia

20046

20123

USD

Eslováquia

19798

19381

USD

Lituânia

19094

18686

USD

Polônia

17984

17410

USD

Croácia

17771

17147

USD

Letônia

16951

16891

USD

Hungria

16525

16389

USD

Turquia

15148

14714

USD

Romênia

12493

12399

USD

Rússia

11043

10562

USD

Bulgária

10090

9811

USD

Sérvia

8576

8211

USD

Montenegro

8553

8304

USD

Belarus

6791

6498

USD

Macedônia

6701

6394

USD

Bósnia-Herzegóvina

6698

6493

USD

Kosovo

5870

5103

USD

Albânia

5726

5445

USD

Moldávia

3873

3761

USD

Ucrânia

2219

2164

 

 

Como resultado, a produtividade por pessoa empregada em Portugal, apesar de ser ligeiramente superior em relação à média da UE (76%), apenas nos permite ocupar a 21.ª posição entre os países analisados (6.ª produtividade mais reduzida, três posições abaixo do que se verifica na produtividade por hora trabalhada).

Tudo porque os niveis de qualificação escolar e profissional nos paises de lesta à custa do totalitarismo sovietista…
Assim  a produtividade está inerentemente relacionada com a relaçao com os meios de produçao e portanto com a qualificação escolar e profissional

Em Portugal

  • Ensino Secundário: Apresenta uma das taxas mais baixas da UE na conclusão do ensino secundário em adultos mais velhos, mas os jovens (25-34 anos) já têm taxas mais elevadas.
  • Ensino Superior: Portugal tem mostrado progresso, com mais jovens (25-34 anos) a concluir o ensino superior do que a média da UE em alguns anos (ex: 2021), mas a performance pode variar.
  • Competências Básicas:Preocupação com baixos níveis de proficiência em matemática (PISA 2022), embora haja um grupo pequeno de estudantes com bom desempenho em competências digitais.
  • Abandono Escolar: Portugal reduziu drasticamente a sua taxa de abandono escolar (jovens 20-24 anos), estando agora acima da média da UE neste indicador, contrastando com o passado. 

Na Média da União Europeia (UE)

  • A média da UE em 2022 era de 46,6% de participação de adultos em educação/formação, com Portugal ligeiramente abaixo (44%).
  • Em 2022, 84% dos jovens (20-24 anos) na UE tinham concluído pelo menos o 12º ano.
  • A meta da UE para 2030 é que 45% da população entre 25-34 anos tenha ensino superior, meta que Portugal já atingiu e superou em alguns momentos, mas tem oscilado. 

Enfim Portugal tem um problema histórico de baixas qualificações na população adulta mais velha, mas os dados mais recentes mostram uma melhoria significativa nas gerações mais jovens, mas ainda a serem um ponto de atenção. 

Mas olhemos para uma informação por demais escondida - em Portugal, historicamente, os empreendedores têm um nível de escolaridade mais baixo que a média da UE, com muitos sem o ensino secundário completo, o que impacta a produtividade, com Portugal ainda a tentar  equiparar-se às metas europeias, com foco em competências digitais e formação profissional, apesar da escolaridade obrigatória ir até ao 12º ano. 

Situação em Portugal dos Empreendedores:

  • Baixa Escolaridade: Portugal tem uma das maiores percentagens de empregadores sem o ensino secundário completo na UE, com cerca de 48% (em 2021), o que afeta negativamente a produtividade e inovação.
  • Impacto: A baixa qualificação dos líderes empresariais dificulta a adaptação
  • tecnológica e a gestão de RH, apesar da formação ser um fator chave de sucesso, segundo o Instituto +Liberdade.
  • Formação Contínua: Há um esforço para melhorar a formação ao longo da vida, mas Portugal ainda está abaixo da média da UE na participação em ações de formação de adultos (44% vs. 47% em 2022), embora tenha um baixo índice de adultos com baixa educação formal (5,9%). 

Situação na União Europeia (UE):

  • Meta de Qualificação: A UE visa aumentar a participação em educação e qualificação, com 47% dos adultos (25-64 anos) a participar em 2022, e tem metas para competências digitais, diz o portal pessoas2030.gov.pt.
  • Contexto Geral: A UE tem vindo a reduzir a proporção de adultos com baixa educação formal, mas Portugal, apesar de ser um país com forte investimento em educação, enfrenta o desafio de qualificar os seus empresários para competir no mercado global. 

Educação em Portugal (Sistema Geral):

  • Obrigatória: A escolaridade obrigatória em Portugal estende-se até aos 18 anos ou à conclusão do 12º ano (ensino secundário).
  • Empreendedorismo no Currículo: O empreendedorismo não está totalmente integrado no currículo básico e secundário, sendo muitas vezes abordado através de programas complementares ou iniciativas específicas, como as promovidas pela EduPortugal

Conclusão:

Enquanto a UE avança na qualificação dos seus cidadãos e promove o empreendedorismo, Portugal nao sabe o que fazer na qualificação escoler e profissional e sobretudo na formação dos seus empresários, com uma lacuna educacional que afeta a economia.

Enfim o pacote laboral do PSD / CDS / IL / Ch caminha para o que fique tudo na mesma para sustentar os rmpresarios de baixas qualificações e os empresarios de fraco indice etico e moral que buscam o enriquecimento imediato contra a Vida  no seu todo da Humana à Natural!