Anulando o direito de exposição de pontos de vista das restantes oposições e com o cúmplice silêncio da ERC, da CNE como de todos os ditos provedores pululantes, cansa este ambiente histérico-terrorista mediático!

Se o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, meteu a pata na poça e por alegadamente ter sido admoestado pelo boss se apressou a “esclarecer” no sábado, 19.07, que "não há acordo que tenha durabilidade" com o Chega, trocando as voltas ao  "acordo de princípio" com o partido de André Ventura, temos o dever de questionar onde uma alegada admoestação do boss, justifique uma noticia nos media.

A nao noticia feita noticia la e vem deu oportunidade a umas linhas ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, que insiste na necessidade do boss ( anda mesmo com ar de boss)  primeiro-ministro "a dizer a verdade".

A inacreditável frase por demonstrativa de inconsistencia  ideologica do tal ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, de sábado, "não há acordo que tenha durabilidade" com o partido de André Ventura, é risivel e só mereceria abordagem de um ou uns dos tais comicos da cena comunicacional.

José Luís Carneiro, aproveitou para lembrar que "há muito tempo que não tínhamos um ministro a desmentir o primeiro-ministro".

E citemos um pouco mais,"… não há acordo que tenha durabilidade,", o que mostra o grau de estabilidade em que vive o país com este PSD dos Abreu Amorim...

E nao há claro Marcelo ( que é do mesmo clã…) que nos salve!.