"Qualquer ministro e eu próprio dependemos, naturalmente, do senhor primeiro-ministro. Quando é que eu vou embora? Quando o Governo terminar ou quando o senhor primeiro-ministro entender", responde, garantindo que não vai colocar o cargo à disposição.
Sobre a utilização de um carro apreendido a um traficante de droga, Luís Neves reforça que essa é uma prática portuguesa, mas também europeia.
"Vejo com espanto, nos últimos dias, algumas declarações vindas do partido Chega relativamente à utilização de viaturas apreendidas no âmbito do crime. Essa é uma regra da Europa, é uma regra nossa, é aí que dói, que é a utilização e a perda de bens para o Estado. Por isso, as viaturas são para ser utilizadas nos termos todos conhecidos, que me conferem disponibilidade e operacionalidade", defende.
Na intervenção inicial, Luís Neves focou-se no trabalho que está a desenvolver no ministério, mas não deixou de falar das polémicas afirmando que o Estado não foi lesado e que não teve intenção de beneficiar terceiros sem excluir que alguma das suas decisões "possa vir a ser considerada errada".
E assim afirmou "Nenhuma dessas decisões visou o enriquecimento, fosse de quem fosse, o favorecimento de terceiros, o desvio de bens ou qualquer vantagem pessoal. Nenhuma dessas decisões foi tomada para lesar o Estado ou prejudicar o interesse público, antes, pelo contrário".
E assim se esvazia um “escandalo” que encheu páginas e tempo de antena ( nao no Estrategizando) que torna alias inutil diriamos absurdo o debate e a votação dessa moçao desconexa pois com o sem mocao o PSD vai ao negocio com este seu “primo”!
Em especial no que conta como os orçamentos de estado!