Desta feita trata-se somente do vivido num humano programa de radio e tv ( tsf plus CNN) onde surgiram  acusações de "extremismo" e avisos de "precarização", num debate sobre a reforma laboral.

O presidente da Câmara do Porto e membro do Conselho de Estado, Pedro Duarte, responsabilizou a esquerda "mais extremada" por colocar o acordo para a revisão da lei laboral num beco sem saída.

Lá está o Estrategizando colado à extrema Esquerda..  ridiculo mas que em nada mos afeta!

O tal Pedro Duarte foi fortemente contestado pela vereadors da Lisboa Alexandra Leitão e pelo historiador e ex dirigente do PSD José Pacheco Pereira.

Para a  socialista estas acusações são "injustas" e não refletem o verdadeiro ponto da questão,

Para  o historiador o aue se viveu foi  a "selvajaria verbal e política que se institucionaliza por ignorância".

Pedro Duarte inventou procurando sair do impasse em que está o psd manipulando, "Nesta matéria da reforma laboral, o Governo está a ter de enfrentar um confronto à esquerda. O país está a viver um problema que é: a esquerda está dividida entre uma esquerda mais extremada e uma esquerda mais moderada. Sente-se muito dentro até do próprio PS",

Será pois uma esquerda mais extremada que, "por todas as razões e mais algumas", está a impedir que haja um acordo de concertação social. Não só está "a fazer a vida negra" ao Governo como à esquerda moderada", pobres dos mais que moderados dirigentes da UGT…!

Claro que para José Pacheco Pereira falar de extrema-esquerda por recusar as alterações à lei laboral é de quem "vive nummundo de selvajaria verbal e política que, de facto, se institucionaliza muito por ignorância".

Pacheco Pereira sublinhou ainda que a proposta de alteração à lei laboral "não tem uma única medida a favor dos trabalhadores, vive de uma retórica sobre a modernidade que nunca se verificou em sítio nenhum e esconde que os problemas de produtividade em Portugal vêm, em parte, da má qualificação da mão-de-obra e da falta de preparação dos patrões".

Segundo dados de 2025, 42% dos patrões em Portugal tinham apenas o ensino básico (ou nenhuma escolaridade).

Apenas 28% dos empregadores completaram o ensino superior.

Mas 35% dos trabalhadores por conta de outrem possuem ensino superior, valor superior à percentagem de patrões com o mesmo nível de estudos.

Portugal regista a maior proporção de empregadores sem instrução ou com ensino básico entre os países da União Europeia com dados disponíveis.

Alexandra Leitão acrntuou  que "não é justo dizer que quem é contra esta reforma laboral são pessoas extremadas". "Quem minimamente acompanha, sobretudo os trabalhadores, sabe que isto não é verdade, porque o que estamos a falar é de precarizar", afirmou.

A pseudo concertação social reúne-se na próxima quinta-feira para o derradeiro encontro sobre a lei do trabalho e a 3 de junho teremos uma mais que provavel greve geral!

A unica certeza é a incompetência luso patronal!