A formação pretendeu fortalecer os defensores dos direitos humanos, tornando os ativistas e organizações da sociedade civil mais preparados, próximos das populações e capazes de responder aos desafios da promoção e proteção da dignidade humana em todo o território nacional.
Bubacar Turé disse que persistem preocupações ligadas ao acesso à justiça, à liberdade de expressão, à participação cívica, à proteção das mulheres e crianças, bem como dificuldades relacionadas com o acesso à educação, à saúde, ao emprego digno e a condições de vida compatíveis com a dignidade humana.
“O propósito desta formação é fortalecer as capacidades técnicas e operacionais de ativistas de direitos humanos e de membros das organizações da sociedade civil para prevenir, identificar, monitorizar e reportar violações de direitos humanos na Guiné-Bissau, contribuindo para respostas mais eficazes, coordenadas e éticas”, indicou.
Para este ativista não se pode construir uma sociedade justa e democrática enquanto persistirem discriminações, exclusões e desigualdades que afetam mulheres, raparigas e pessoas com deficiência.
Bubacar Turé disse “Porque acreditamos profundamente que uma Guiné-Bissau mais justa, mais humana e mais democrática é possível”, afirmou.