Na  chamada pré-história – como facto comprovado ou por via de mitos ou relatos mais ou menos fsntasiosos, mas  o canibalismo está, ou esteve, presente na Grécia, em Roma, na Alemanha, na África, na França, no Brasil, como regras sociais ou exceções a essas.

Quando relacionadas a rituais sociais, coletivos, estas práticas são geralmente denominadas de antropofagia, enquanto que o termo canibalismo é usado em  relação ao ato de comer a carne para saciar a fome ou associado a um ato arbitrário, uma crueldade.

Hoje é rarissimo constatar-se a pratica quer da antropofagia quer do canibalismo, mas a brutalidade dos atos atuais de guerra aproximam e muito a humanidade hodierna da que praticou os atos acima, como vimos com a brutalidade israelita-netanyauhista e a trumpista.

So lhes falta o rito de se alimentarem de carne humana!

Daí o vermos as forças militares estadunidenses realizarem na  segunda-feira, 25.05,  "ataques em legítima defesa" no sul do Irão, dirigidos contra bases de lançamento de mísseis e embarcações iranianas, segundo os  media estadunidenses, que citavam fontes militares.

Disse Timothy Hawkins, porta-voz do Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom), à Fox News que o ataque ocorreu em "legítima defesa" para proteger as tropas norte-americanas das ameaças representadas pelas forças iranianas sem qualquer concretização de ato violento

"Entre os alvos estavam locais de lançamento de mísseis e embarcações iranianas que tentavam colocar minas", acrescentou o porta-voz.

Além disso, as forças responderam à presunção do que aparentava ser uma posição de mísseis que tinha como alvo aviões de combate estadunidenses de acordo com uma fonte da Administração de duck Trump.

E claro que duck Trump autorizou previamente as forças estadunidenses a responder às provocações iranianas em torno do Estreito de Ormuz.

Hawkins sublinhou que o Centcom "continua a defender" as forças norte-americanas aí presentes, "ao mesmo tempo que exerce contenção" durante o cessar-fogo em vigor.