a)O rei controlava o comércio de produtos mais valiosos (como as especiarias e o ouro) através de instituições públicas, fixando preços e regras.
Casa da Índia: Este órgão do Estado geria as frotas, os carregamentos e a venda dos produtos vindos do Oriente.
Patrocínio inicial: As primeiras viagens e a exploração da costa africana dependeram fortemente dos fundos reais e do impulso da dinastia de Avis e de figuras como o Infante D. Henrique.
O mercantilismo luso viveu em logica de capitalismo de estado
b) o salazarentismo impunha autorização estatal para a criacao de empresa no seu “condicionamento industrial”
c) o findar do luso imperio e por tal a drástica redução do mercado luso ( por erro de quem geria o país recente) levou às nacionalizações a ver se o fracasso economico nao fosse pior que estava a ser!
Nós preferimos uma economia solidária, cooperativa, mutualista, associativa a uma economia estatizada mas nada temos contra empresas capitalismo se cumpridoras de regras se enquadradas por uma negociação coletiva de trabalho, pela participação dos trabalhadores na gestao das empresas!
E sinceramente é dever do Estado ir alem das nacionalizações e das privatizações pelo que deter empresas nao é pecado impeditivo de governar se a relaçao for transparente!
O que nos preocupa é a fragilidade da luta de classes em Portugal impeditiva de uma justa distribuição da riqueza e dos poderes!