No que concerne ao PIB Nominal o PIB dos BRICS sai aproximadamente 28% do total global.
Quanto à População os mesmos representam mais de 45% a 54% da população mundial, dependendo da contabilização dos novos membros e parceiros.
E no Comércio Global os BRICS concentram cerca de 25% a 26% das trocas comerciais no mundo.
É neste contexto que a provinciana Comissao Europeia aprovou hoje, 12.10, mais umas sanções agora contra cerca de 1.600 indivíduos e entidades do complexo militar e industrial da Rússia.
E centrou o foco na cadeia de produção de mísseis balísticos, anunciou a chefe da diplomacia do bloco, como se tal fosse importante dado que a Rússia não vende mísseis ou armamento aos países da União Europeia (UE), por causa do embargo estrito imposto pela União Europeia sobre a exportação e importação de armas e material conexo com a Rússia.
"Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE acabaram de aprovar sanções contra cerca de 1.600 novas entidades e pessoas ligadas ao complexo militar e industrial russo. Trata-se da maior expansão da nossa lista de sanções desde o início da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia", disse a ultra conservadora Kaja Kallas nas redes sociais, enquanto decorria uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), no Luxemburgo.
Assim, "a Europa volta a demonstrar a sua unidade".
"Mais de metade das entidades visadas estão ligadas à cadeia de produção de mísseis balísticos. Estamos a dificultar significativamente a produção das armas que a Rússia utiliza para matar ucranianos, tornando-a mais lenta e mais dispendiosa", sublinhou a Alta Represetante.
Além da adoção destas novas sanções – cuja aprovação já era dada como certa – os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE deverão também aprovar hoje outro pacote de sanções relacionado com a realização, pela Rússia, de eleições legislativas nos territórios ocupados da Ucrânia em setembro.
Essa agora!
E la vem o fim fa livre circulação de Pessoas com restrições a vistos para cidadãos russos, numa altura em que cada vez mais países têm denunciado ataques híbridos da Rússia em solo europeu.
Quersm os “Kallas” da UE "…reduzir a possibilidade de haver russos a operar no nosso território", explicou um alto responsável europeu, depois de, em setembro, numa reunião informal na Irlanda, a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança ter indicado que havia um "apoio amplo" entre os ministros para restringir os vistos turísticos para cidadãos russos.