“Claramente não gostam da UE", declarou Kaja Kallas, representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, na Conferência Lennart Meri sobre política externa e segurança, que decorre este fim de semana em Talin, capital da Estónia.

Kallas comparou tal  atitude com a da  Rússia e da China.

"É porque, se nos mantivermos unidos e atuarmos em conjunto, então somos potências equivalentes, somos fortes", afirmou, advertindo que estas potências "querem desmantelar" o bloco comunitário.

Pois nós achamos que o inimigo da UE está mesmo dentro dela… e e o conjunto que enjeita o Federalismo Europeu!

Diz Kallas que  a resposta de alguns países da UE, que transmitem a Washington esta mensagem "Se não gostam da UE, falem connosco [individualmente]", permitindo assim que a estratégia de divisão dos Estados Unidos produza efeitos.

A sra Kallas estranhamente manifestou preocupação com as sondagens, que dizem que  a perceção pública europeia se torna cada vez mais crítica em relação a Washington, ser tao baixa ao ponto de apenas 14% considerarem os Estados Unidos um aliado.

"Não nos devemos deixar levar por isso, precisamos uns dos outros. As nossas economias estão interligadas e a nossa segurança também", sublinhou mostrando a sua idrologica dependencia face aos EUA

Kallas criticou também a posição estadunidense no âmbito das negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia, estagnadas há vários meses, considerando que esta passou por "pressionar a Ucrânia a ceder territórios que nem sequer perdeu militarmente".

Kallas considerou que, nesse sentido, é necessário lidar com as raízes do problema e garantir que exista justiça pois, caso contrário, uma parte da população "procurará vingança e o ciclo continuará".

"Aliás, há também estudos que mostram que, quando as mulheres participam nas negociações, os acordos de paz são mais duradouros. E... a imagem que vimos das conversações entre os Estados Unidos e a China... havia muita masculinidade na sala, não era?", … pois.

Quanto à estratégia adequada perante a guerra na Ucrânia, a alta representante insistiu na necessidade de se "continuar a pressionar a Rússia", para que Moscovo perceba que a tática de recorrer aos Estados Unidos para alcançar os objetivos não funcionou.

Na realidade o que definitivamente nao funciona sra Kallas é este empurrar para a mortandade ucraniana em vez da busca da Paz