Nao me compete defender o Grande Oriente Lusitano, GOL, pois para o efeito existem  uns bons milhares de membros ativos da Maçonaria em causa.

Mas compete-me enquanto Cidadao e Maçon ( da Grande Loja Soberana de Portugal) questionar Joao Miguel Tavares:

Porque raio é importante num texto ”de analise ” conotar neste contexto Vitalino Canas com o GOL!?

No wikipedia Vitalino Canas antes de ser apresentado como Maçon é dito que “é  conhecida a sua filiação no Sporting Clube de Portugal, tendo sido candidato e membro de órgãos sociais do Clube”

Assim so se entende a preferencia em colocar Vitalino Canas como Maçon para usar a catolica  visao anti maconica para confrontar Luis Neves e não enquanto sportinguista mas enquanto um perigoso maçon useiro e vezeiro acham eles, no lobismo

Ate porque nos meios dominantes lusos predominando catolicos ser Maçon é ser alguem à partida condenado por deus via invia decisao papal!

Vejamos algumas das Condenações Papais à Maçonaria

  • Clemente XII (1738): Publicou a bula In Eminenti Apostolatus Specula, a primeira a proibir os católicos de entrarem em lojas maçônicas sob pena de excomunhão.
  • Consta que a razao principal será  a que relatamos aqui abaixo…
  • Pio IX (1864): Atacou fortemente a organização e o liberalismo no documento Syllabus Errorum, após romper com as ideias revolucionárias iniciais do seu pontificado.
  • Leão XIII (1884): Escreveu a encíclica Humanum Genus, considerada o ataque mais severo e detalhado da Igreja contra os princípios filosóficos e morais da franco-maçonaria.

Ação de Bento XVI e João Paulo II

  • Em novembro de 1983, o então Cardeal Joseph Ratzinger (futuro Bento XVI), com a aprovação de João Paulo II, assinou a Declaração sobre a Maçonaria pela Congregação para a Doutrina da Fé.
  • O texto determinou que o parecer negativo da Igreja sobre as associações maçônicas continuava inalterado e que os católicos inscritos nelas estavam em estado de pecado grave.
  • Ratzinger reforçou em vários momentos da sua trajetória que os princípios da Maçonaria são inconciliáveis com a doutrina da Igreja Católica.

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

 

DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA

 

Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo facto que no novo Código de Direito Canónico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.

Esta Sagrada Congregaço quer responder que tal circunstância é devida a um critério redaccional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçónicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas.  Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçónicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de Fevereiro de 1981 (cf.  AAS 73, 1981, p. 240-241).

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação.

Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de Novembro de 1983.

 

Joseph Card. RATZINGER
Prefeito

+ Fr. Jérôme Hamer, O.P.
Secretário

 

Mas a igreja catolica ( e note-se nao obrigatóriamente os catolicos). adora ostracizar o outro!

Desde há muito que o faz e merece ser lembrado ja agora à custa da maldadezinha de JMTavares

A primeira crise de fundo ( Paulo refere algumas  mais ) surge com as famosas  epístolas apócrifas cartas religiosas antigas atribuídas a apóstolos que não entraram na Bíblia oficial, destacando-se exemplares como a Epístola aos Laodicenses, a Terceira Epístola aos Coríntios e a Epístola de Barnabé.

Sao textos escritos entre os séculos II e IV.

Cartas com autoria duvidosa ou rejeitadas pelas igrejas cristãs antigas.

Escritos guardados em segredo ou usados apenas por grupos específicos, como,

Epístola aos Laodicenses: Uma carta curta atribuída ao apóstolo Paulo.

Terceira Epístola aos Coríntios: Texto que conversa sobre regras da fé e ensinamentos antigos.

Epístola de Barnabé: Escrito assinado por Barnabé que traz conselhos morais e visões sobre o Antigo Testamento.

Os  cruzados ao conquistarem Jerusalém, em 1099, com Godofredo de Bulhões a liderar fundaram o reino de Jerusalém, chamado de o Reino da Consciência, ou o Reino dos Céus na terra, como o próprio Jesus chamava o seu futuro reinado.

A coroa do novo reino foi entregue ao irmão de Godofredo, Balduíno, que se tornou o primeiro rei de Jerusalém.

Consta que em  1104, o rei Balduíno encomendou a oito cavaleiros franceses, da região da Champagne, um ultra-secreto trabalho: escavar alguns locais de Jerusalém em busca de documentos e outras provas que hipoteticamente confirmassem a condição de Jesus como legitimo herdeiro do reino de Israel, bem como da sua condição de casado e que teve filhos.

Outros seguem outra via defendendo que o verdadeiro objectivo dos cruzados era bem diferente desses profanos motivos acima citados pois queriam implantar um reino universal cristão, governado pelos legítimos descendentes de Cristo.

O pressuposto que fundamenta esta tese é a tradição existente em algumas regiões da Europa, especialmente no norte da França, na região da Alsácia Lorena e no sul daquele país, mais propriamente na região do Languedoc, de que Jesus e Maria Madalena eram casados e teriam tido uma filha chamada Sara, que foi criada na França e teria se casado com um nobre da terra, dando origem a uma das mais tradicionais famílias do país.

Esta família, ao longo dos séculos, teria se ramificado em diversas casas nobres da Europa.

No século VI a família de Jesus teria dado origem aos primeiros reis franceses, da linhagem dos Merovíngios.

Em fins do século XI, à  primeira cruzada, essa família estava representada pela casa de Lorena, liderada pelo barão Godofredo de Bulhões.

Este Godofredo de Bulhões seria descendente consanguíneo directo de Jesus. Jesus, na verdade, por ser descendente de David, era o herdeiro do reino de Israel e a sua crucificação se dera nesta versao por motivos políticos e não religiosos, ( na verdade politica e religião se cruzavam em demasia), como afirmavam os evangelhos.

Teria havido  uma conspiração urdida pelos sacerdotes judeus para evitar que Jesus e os seus partidários promovessem uma revolta contra os romanos para colocar no trono um legítimo descendente de David.

Desta forma, reconquistar Jerusalém e realizar o sonho pelo qual Jesus foi crucificado era a verdadeiro motivo das cruzadas.

Nós nao seguimos totalmente esta versao

Estes cavaleiros trabalhariam sobre o disfarce de uma Ordem de Cavalaria chamada Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo do Rei Salomão.

A sua sede seria os estábulos do antigo Templo do Rei Salomão.

Para que não se desconfiasse dos seus verdadeiros objectivos, foi proposto que eles se apresentassem como guardiães das estradas.

Nascia, assim, em 1104, e não em 1118, como sustenta o historiador Guilherme de Tiro, os famosos cavaleiros templários.

Documentos, relíquias e outros artefactos provando a veracidade desta tese – a de que Jesus era legítimo herdeiro do reino de Israel, que era casado e deixou herdeiros – foram encontrados por esses cavaleiros.

E esse achado constituiu o verdadeiro tesouro dos templários.

Entre essas relíquias estaria o Santo Sudário que está depositado na Catedral de Turim.

Este foi o verdadeiro motivo pelo qual os templários se tornaram tão ricos e poderosos, política e economicamente.

Durante quase dois séculos eles se constituíram numa espécie de terceiro poder em toda a cristandade, desafiando até a autoridade dos reis e da Igreja.

O  tesouro dos templários era o seu próprio segredo.

Eles conheciam a verdadeira história de Jesus terao encontrado os seus restos mortais e os da sua família. Descobriram que ele foi um homem como todos, que morreu por objectivos políticos e não era um deus, como a Igreja catolica pregava que não nasceu de uma virgem, que não ressuscitou de verdade.

Tudo terá sido  uma armação política que não deu certo.

Entretanto  teve descendentes que agora postulavam a sua herança.

Tal  incitou-os à rebeldia, fê-los renegar os dogmas da Igreja e assumir doutrinas heréticas e estranhas às defendidas pelo Vaticano.

Segundo as actas do processo que a Igreja moveu contra os templarios  em 1307, eles teriam renegado Cristo, cuspido na cruz, praticado estranhos ritos que contrariavam os principais postulados do cristianismo.

Na verdade sem provas para nada alem das obgidas sob tortura

O Vaticano antes do processo anti maçonaria teve que comprar o seu silêncio durante quase dois séculos.

Pagou por isso altíssimas somas em sua dinheiro, possessões e poder e com tal os templários se tornaram tão poderosos que acabaram por  se constituirem numa grave ameaça à facçao da Igreja que se lhe opunha e aos poderes constituídos como o francês.

Este foi o motivo da supressão da Ordem e da execução dos seus líderes.

Aparentemente colecionaram

documentos, relíquias e outros artefactos provando a veracidade desta tese – a de que Jesus era legítimo herdeiro do reino de Israel, que era casado e deixou herdeiros – foram encontrados por esses cavaleiros.

E esse achado constituiu o verdadeiro tesouro dos templários.

Entre essas relíquias estaria o Santo Sudário que está depositado na Catedral de Turim.

Durante quase dois séculos eles se constituíram numa espécie de terceiro poder em toda a cristandade, desafiando até a autoridade dos reis e da Igreja.

Assim, o tesouro dos templários era o seu próprio segredo pois eles alegadamente  conheciam a verdadeira história de Jesus.

Segundo as actas do processo que a Igreja moveu contra eles em 1307, eles renegavam Cristo, cuspiam na cruz, praticavam estranhos ritos que contrariavam os principais postulados do cristianismo.

E mais. O Vaticano teve que comprar o seu silêncio durante quase dois séculos. Pagou por isso altíssimas somas em dinheiro, possessões e poder. Por isso os templários se tornaram tão poderosos e acabaram se constituindo numa grave ameaça à Igreja e aos poderes constituídos. Este foi o motivo da supressão da Ordem e da execução dos seus líderes.

Depois das cruzadas se espalharam pela Europa as histórias do Santo Graal. O Santo Graal, na imaginação popular, era a taça usada por Jesus na ceia Pascal. Segundo algumas tradições, José de Arimateia colheu nela um pouco do sangue de Jesus, vertido na cruz, e o guardou como relíquia sagrada. Mas na verdade o Santo Graal, era o filho que ele teria gerado com Maria Madalena, o qual José de Arimateia teria salvado levando-o para a França. O Santo Graal, efectivamente, era o “sangue real”, representado pelo filho de Jesus, que crescia no ventre de Maria Madalena.

Aparentemente os Conceitos Doutrinários do filósofo Zaratustra ou Zoroastro, como o chamavam os gregos: “A Doutrina determinava ao homem uma tríplice tarefa: converter o mau (Fraternidade), fazer do seu inimigo um amigo (Igualdade) e instruir o ignorante (Liberdade)”, foram e sao a doutrina Maçonica  que realcemos nunca foi uma religião, porque os seus conceitos deixavam a cada um a liberdade de escolher o Deus que lhe conviesse.

É oportuno lembrar alguns princípios básicos da Maçonaria.

Princípio Moral – é a lei fundamental como base de todas as relações humanas, contida nas sentenças – “não faças aos outros o que não queres que te façam”, “o nosso direito termina quando começa o direito do nosso semelhante”.

Ao usarmos o instrumento, que como Maçons recebemos para o nosso trabalho na construção do grande Templo da Humanidade, não será difícil aplicarmos este princípio moral.

A Maçonaria necessita de “homens livres e de bons costumes” e da selecção de candidatos a cargo do Maçom, na plenitude dos seus direitos, é que surgirão os “LÍDERES” que farão da Maçonaria a Instituição capaz de unificar a Humanidade.

A esta responsabilidade o Maçom não pode, nem deve, fugir a escolher, conscientemente o seu novo Irmão, verificando, independente do factor emocional, da amizade profunda, homens de qualidades físicas, intelectuais e morais, fazendo cumprir, não só um dever de consciência, mas também as exigências da LEI, que estabelece essas condições, baseada nas experiências do passado.

É preciso não esquecer que, assim como é nosso dever difundir as qualidades positivas da Ordem, pelo nosso exemplo, é também nossa obrigação resguardá-las do uso indevido que poderão fazer IIr∴ não seleccionados.

Depois de iniciado, aprimorados os seus conhecimentos, e exaltado ao demonstrar os progressos morais e intelectuais exigidos, o Maçom é investido de privilégios e deveres que o tornam apto a desempenhar todas as funções maçónicas, respeitados os princípios legais.

Daqui para frente, a evolução do Maçom vai depender mais de si mesmo citando Roseny Leite do Amaral Coutinho )

E é desta envolvencia Maçonica que as lutas pela Liberdade se espalharam  mundo fora!

Países com Forte Influência Maçônica na Emancipação

  • Estados Unidos: Líderes como George Washington e Benjamin Franklin usaram princípios maçônicos e iluministas para estruturar a independência e a primeira república democrática moderna.
  • França: A Revolução Francesa contou com a participação de pensadores e revolucionários que adotaram preceitos de liberdade e igualdade nas bases da queda da monarquia.
  • Brasil: Figuras centrais como José Bonifácio de Andrada e Silva e Joaquim Gonçalves Lêdo articularam o processo de independência em 1822 através de articulações ligadas a Lojas Maçônicas.
  • Portugal em 5 de outubro de 1910  foram carbonarios e maçons que implantaram a Republica
  • América Espanhola: Libertadores como Simón Bolívar e José de San Martín integraram a ordem e lideraram revoltas contra o domínio colonial espanhol.

Países com forte influência de líderes maçons

  • Estados Unidos: Líderes como George Washington e Thomas Jefferson usaram ideais iluministas na Declaração de Independência dos Estados Unidos da América em 1776.
  • Brasil: Figuras-chave do processo de 1822, como José Bonifácio e D. Pedro I, participavam ativamente de lojas maçônicas.
  • Países Hispano-Americanos: Simón Bolívar (Colômbia, Venezuela, Equador), José de San Martín (Argentina, Chile) e Bernardo O'Higgins (Chile) integraram redes maçônicas
  • que articularam o fim do domínio espanhol.

pIdeias Liberais: No século XIX, as lojas maçônicas ajudaram a espalhar ideais de liberdade, laicidade do Estado e nacionalismo.

Figuras Chave: Líderes importantes da unificação, como Giuseppe Garibaldi, tinham ligações com a maçonaria e lutaram contra o poder temporal dos Estados Pontifícios.

Oposições: O movimento bateu de frente com o Papado, gerando uma forte divisão entre o novo Estado italiano e a Igreja Católica.

 

Giuseppe Garibaldi passou 13 anos na América do Sul (1836–1848), onde lutou em revoltas locais, conheceu Anita Garibaldi e construiu a fama de "herói de dois mundos".

 

O Brasil e a Revolução Farroupilha

  • Chegada (1836): Veio exilado da Europa e uniu-se aos rebeldes do Rio Grande do Sul contra o Império do Brasil na Guerra dos Farrapos
  • República Juliana: Participou da tomada de Laguna em Santa Catarina, onde ajudou a proclamar a curta República Juliana
  • Encontro com Anita: Conheceu Ana Maria de Jesus Ribeiro (Anita), que virou sua esposa e companheira de luta em batalhas navais e terrestres.

O Uruguai e a Batalha de Salto

  • Defesa de Montevidéu: Mudou-se para o Uruguai para ajudar a defender o país contra forças vizinhas da Argentina
  • Legião Italiana: Criou um grupo de voluntários italianos que usavam camisas vermelhas, tática usada depois na Europa
  • Batalha de San Antonio (1846): Venceu em Salto, o que chamou a atenção de jornalistas europeus e criou a lenda do herói revolucionário
  • Redes Republicanas: Em Macau, maçons e republicanos portugueses locais (muitos integrados na Loja Luís de Camões) deram cobertura e simpatia política à causa do derrube da dinastia Qing e a Sun Yat Sem
  • Imprensa e Aliados: Jornais locais alinhados com ideais progressistas divulgaram o pensamento de Sun Yat-sen junto das comunidades locais e ocidentais.

O planeta que temos hoje, as Democracias em que vivemos nasceram e fortaleceram-se por entre os combates de Maçons

Claro que esta é a razao fundamental do odio à Maçonaria destilado pelos JMTavares!

Triste….