Esta missão tem como objetivo defender os Estados Unidos das drogas e eliminar narcoterroristas.
Nada disseram sobre o local da ação, sendo uma das opções a Venezuela claro.
Claro que Trump nao pára de acusar Nicolás Maduro ( o lobby dos petroleos assim manda..) de ser um desses chefe do dito narcotráfico….
… mas lá provas…
Claro que o governo venezuelano anunciou uma mobilização militar nacional para tentar equilibrar a presença naval norte-americana enquanto que os EUA ja realizaram 20 ataques ilegais a embarcações acusadas de participarem no tráfico de drogas, dos quais resultaram 80 pessoas mortes.
Da Casa Branca vem o recado de que o objetivo final da operação seria retirar Maduro do poder.
Um porta-aviões, o Gerald Ford, mais a sua flotilha adjacente de barcos, ja se juntou aos seis navios já presentes no Caribe e a outro no Pacífico, além de milhares de soldados e Trump ja afirmou que, estão ja preparados ataques em terra, além de sugerir que a CIA já estaria a operar na região.
Esta dita campanha militar ja foi denunciada pela ONU e por diversos países.
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, disse que há "fortes indícios" de execuções "extrajudiciais" e um ataque ns Venezuela deve levar em conta a possibilidade de danos colaterais, disse à AFP Douglas Farah, presidente da consultoria IBI, especialista em narcotráfico e segurança.
Mas se a intenção dessa estratégia desestabilizadora é derrubar o governo Maduro, "o objetivo deveria ser uma transição pacífica", explicou no Conselho Atlântico uma general reformada Laura J. Richardson, que atuou como chefe do Comando Sul entre 2021 e 2024 o que implicam manter um diálogo com as forças armadas venezuelanas.
Vale referir que países da América Latina sob a pressao dos progressistas da Regiao ate influenciando a União Europeia rejeitaram no domingo, 9.11, numa declaração conjunta, o "uso da força" que contradiz o direito internacional, no Caribe, num momento de tensão com os Estados Unidos por conta de ataques contra embarcações na região e uma escalada de tensões contra o regime Maduro.