Note-se que ha estudos que indicam a presença de redes organizadas com ligações internacionais, envolvendo exploração laboral e tráfico.
Entretanto amêijoa apanhada por vezes até pode estar contaminada devido à poluição no estuário, representando riscos para a saúde pública
A situação é crítica, com pedidos de suspensão de licenças de apanha de amêijoa-japonesa, enquanto mariscadores pedem soluções para a reversão desta suspensão, argumentando que a falta de controle legal favorece o mercado negro.
A atividade foca-se no estuário do Tejo, particularmente na zona do Mar da Palha, perto de Lisboa, Alcochete e Cova do Vapor.
A situação continua a ser acompanhada, nomeadamente na Assembleia da República, devido à sua vertente social, laboral e ambiental.
https://youtu.be/bu04Np35DCI?is=RFUd_gKcgo805rf1