Sobretudo no Mar da Palha e no Samouco, esta atividade enfrenta questões de contaminação e tráfico, com produtos ilícitos a serem exportados para Espanha e Itália. 

O estuário do Tejo é pois palco de uma intensa e muitas vezes ilegal apanha de amêijoa-japonesa (espécie invasora).

Note-se que ha estudos que indicam a presença de redes organizadas com ligações internacionais, envolvendo exploração laboral e tráfico.

Entretanto  amêijoa apanhada por vezes até pode estar contaminada devido à poluição no estuário, representando riscos para a saúde pública

A situação é crítica, com pedidos de suspensão de licenças de apanha de amêijoa-japonesa, enquanto mariscadores pedem soluções para a reversão desta suspensão, argumentando que a falta de controle legal favorece o mercado negro.

A atividade foca-se no estuário do Tejo, particularmente na zona do Mar da Palha, perto de Lisboa, Alcochete e Cova do Vapor. 

A situação continua a ser acompanhada, nomeadamente na Assembleia da República, devido à sua vertente social, laboral e ambiental. 

 

https://youtu.be/bu04Np35DCI?is=RFUd_gKcgo805rf1