O Ministério Público (MP) ouviu em janeiro Rui Mota Oliveira, o engenheiro que construiu a moradia de seis pisos de Luís Montenegro em Espinho, e José Marco da Cunha Rodrigues, o construtor civil que, antes disso, demoliu a ruína ali existente, noticia o jornal, que não conseguiu obter declarações dos empresários.
Ao Expresso , a Procuradoria-Geral da República respondeu que confirma "apenas a existência de investigação a correr termos no DIAP Regional do Porto"… apenas?
Como apenas se em dezembro 2024 encerrou processo equivalente?
E espantam-se com as votaçoes dos cheganos!
A fragilissima argumentação de que o inquérito aberto em 2025 está agora "a olhar a partir de outro ângulo: a própria construção do imóvel", … que raio!
E nao se viu tal antes porque raio?