"Não é intervencionismo económico, não é o meu objetivo seguramente de ir suportar empresas não rentáveis ou falidas, não é nada disso que está em causa", que argumento sr ministro!.
"É importante a existência de mecanismos para assegurar a proteção e o alinhamento com o interesse do país, não necessariamente com prevalência dos outros países e de outros atores públicos ou privados externos que podem ter naturalmente as suas agendas", afirmou o ministro na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.
Leitão Amaro referiu que "há empresas estratégicas ( para quem vendeu a EDP e a TAP …) para a soberania nacional, da segurança nacional e, de alguma forma, também soberania económica, que nem sequer é o caso de estarem plenamente em mercado aberto e capital disperso", mas nas quais o Estado poderia vir a investir através de um fundo soberano.
"Há várias destas empresas que têm, aliás, propriedade concentrada de entidades públicas e privadas estrangeiras", ora bem… viva ao fim e ao cabo o capitalismo !
"Em muitos casos poder-se-ia estar a discutir a participação de alguma intervenção soberana nacional onde há já participação soberana estrangeira", acrescentou.
Leitão Amaro assegurou que o objetivo do Governo não é investir em empresas falidas, mas assegurar a soberania nacional em setores estratégicos.
Vamos querer ouvir a IL claro!
O primeiro-ministro anunciou no fim de semana a criação de um fundo soberano de Portugal para o Estado poder intervir "em setores estratégicos", detalhando que será criado junto do IGCP, a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, como sendo "um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos".
"A intenção é termos participações acionistas relevantes em empresas estratégicas para o desenvolvimento do país e para a sua resiliência (...) Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações", disse Luís Montenegro.
Claro que nao temos nada contra este intervencionismo… só nos diverte este vaivem direitista!