Foram  nove meses,  terminados  sem acordo entre os parceiros sociais, afirmou  a ministra do Trabalho nesta quinta-feira, que se deveria demitir até pelas ilegalidades praticadas para afastar a CGTP no final da reunião da Comissão Permanente de Concertaçao Social

Olhando para o umbigo Rosário Palma Ramalho empurrou responsabilidades para a UGT pelo desfecho e acusou a central sindical de "intransigência" como se a responsabilidade nao fosse coletiva!

A historieta que faz a UGT por ser "intransigente" e diz que em castigo a versão que segue para o Parlamento será semelhante à que foi inicialmente apresentada, mas com alguns contributos da concertação social.

Claro qur a CIP não apresentou as tais cedências que tinha anunciado, diz Ministra e UGT.

Na reação a este impasse, o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, considera que este passo era esperado.

"Chegamos ao fim com a ministra a afirmar que a versão que sempre quis foi a original", critica o dirigente da central sindical.

Tiago Oliveira cita Zeca Afonso para voltar a atacar a proposta do Governo: "Parecia a canção de Zeca Afonso, "os bandidos", que tudo querem e nada deixam".

A UGT confirma que rejeitou a última proposta do Governo e lamenta que não tenha sido possível chegar a acordo.

Aos jornalistas, o secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores, admite que todas as formas de luta estão em cima da mesa, incluindo a greve geral, mas assegura que para já, ainda não foi decidido.