O concelho não está a conseguir dar resposta à vaga de imigrantes, assim como receia as consequências deste modelo agrícola na água, ar, solo e biodiversidade.
Pois… a imigração é uma imposição das economias com poucos recursos humanos como a portuguesa
Entretanto a chuva não pára e os agricultores de Odemira não têm conseguido recuperar do rasto de destruição causado pelas depressões Kristin e Leonardo sendo necessários pelo menos três meses para que as plantações voltem a crescer
A Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA) estima que os prejuízos provocados pela tempestade atingirao os 30 milhões de euros.
"Não pára de chover. Os danos iniciais em algumas estruturas, particularmente em estufas e em túneis, mas também nas próprias culturas, só se têm agravado."
Por isso, "admitindo que a tempestade termina por volta de terça-feira, [...] eu não me admiraria que [o prejuízo] ficasse qualquer coisa entre os 20 e os 30 milhões [de euros]", disse o presidente da AHSA, Luís Mesquita Dias, à TSF.