O Ministério Público espantosamente ordenou a recolha de impressões digitais aos envelopes e a uma caixa de champanhe que escondiam as 1994 notas, além do então chefe de gabinete do primeiro-ministro, o ‘CSI’ da Polícia Judiciária (PJ) identificou quatro agentes da PSP que realizaram a busca e manusearam todos aqueles objetos sem luvas… assim sem mais!
A resposta é do Laboratório de Polícia Científica, face aos pedidos de recolha de indícios (lofoscopia) feitos pelo DCIAP no âmbito do processo da Operação Influencer,
E lemos que Vítor Escária foi obrigado pelo tribunal a ceder as suas impressões digitais, ( entao as do cartao de cidadao nao serviam?) para que o Ministério Público descobrisse quem mais tinha tocado na caixa de champanhe e nos envelopes – logo, tendo tido conhecimento e acesso aos 75 mil euros em dinheiro vivo.