Relativamente ao conflito no Médio Oriente, o PCP reitera a questão do aumento do custo de vista dos portugueses e questiona:
"Será que sobra fatura para todos, menos para os Pingo Doces e Continentes do país? Qual é o valor a partir do qual é que o primeiro-ministro acha que é preciso atuar na fixação e regulação dos preços?"
Paulo Raimundo lança ainda três desafios ao primeiro-ministro:
os dois primeiros relacionados com dificuldades em conseguir uma consulta nos centros de saúde e com os contrangimentos nas urgências de obstetrícia; o último relacionado com as regiões afetadas pelas tempestadades.
Estranhamente o primeiro-ministro veio dizer que “não há negociação quando uma das partes quer aniquilar a outra”, falando sobre a ausência da CGTP na mesa das negociações para a reforma laboral e esquecendo que ha uma lei a cumprir e nao as suas percepções infantis
Montenegro garante ainda, em resposta ao PCP, que o Governo tudo tem feito para colocar no terreno os apoios às famílias “o mais rápido possível”,
Que conceito de velocidade tao ao estilo da carruagem medieval tem este governo PSD/CDS quando estamos a viver o tempo de uma viagem à Lua…ida estadia e volta … 8 dias para 1,5 milhões de quilômetros?