Paulo Raimundo insiste que a "força dos trabalhadores está na unidade" e critica a normalização dos contratos precários, em particular nos jovens:

"Já hoje um milhão de portugueses trabalham com horários desregulados, fim de semana e por aí fora".

Relativamente ao conflito no Médio Oriente, o PCP reitera a questão do aumento do custo de vista dos portugueses e questiona:

"Será que sobra fatura para todos, menos para os Pingo Doces e Continentes do país? Qual é o valor a partir do qual é que o primeiro-ministro acha que é preciso atuar na fixação e regulação dos preços?"

Paulo Raimundo lança ainda três desafios ao primeiro-ministro:

os dois primeiros relacionados com dificuldades em conseguir uma consulta nos centros de saúde e com os contrangimentos nas urgências de obstetrícia; o último relacionado com as regiões afetadas pelas tempestadades.

Estranhamente o primeiro-ministro veio dizer  que “não há negociação quando uma das partes quer aniquilar a outra”, falando sobre a ausência da CGTP na mesa das negociações para a reforma laboral e esquecendo que ha uma lei a cumprir e nao as suas percepções infantis

Montenegro garante ainda, em resposta ao PCP, que o Governo tudo tem feito para colocar no terreno os apoios às famílias “o mais rápido possível”,

Que conceito de velocidade tao ao estilo da carruagem medieval tem este governo PSD/CDS quando estamos a viver o tempo de uma viagem à Lua…ida estadia e volta … 8 dias para 1,5 milhões de quilômetros?