A pena ficará suspensa contra um miseravel pagamento de uma indemnização de 1.200 euros.

A justiça exigiu,  sabemo-lo, a um jovem de 16 anos, menor, mais de 700 de penalizaçao por uma duzia de gramas que hax que nem dele era!

O Expresso noticiou  que uma juíza do Tribunal de Cascais argumentou não ter ficado provado que o arguido soubesse que a vítima tinha 15 anos.

A justiça é assim permissiva com a cheganice!

Nessa linha, e apesar de a procuradora do Ministério Público ter defendido que os factos foram dados como provados, apelando à condenação do ex-dirigente do partido encabeçado por André Ventura, a magistrada indicou que a pena deveria de ser suspensa na sua execução.

Inacreditavel nao é?

De notar que o outro arguido do processo, Carlos Conde de Almeida, terá de cumprir uma pena de um ano e meio de prisão, também pela prática de um crime de recurso à prostituição de menores agravado na forma consumada. Isto porque, segundo a acusação, o piloto instrutor responsável pela aterragem de emergência de uma aeronave que causou a morte de duas pessoas na Praia de São João da Caparica, em 2017, teria conhecimento que era um menor com quem combinou o sexual encontro

Em 2023, Nuno Pardal Ribeiro via a  aplicação Grindr, contatou um jovem de 15 anos, tendo combinado encontrar-se com o menor. 

Para o Ministério Público, "o arguido sabia que o jovem  tinha 15 anos de idade" e, mesmo assim, praticou atos sexuais a troco de dinheiro.

Segundo a acusação, Nuno Pardal Ribeiro pagou 20 euros ao menor, tendo combinado um segundo encontro que não chegou a acontecer. "O arguido agiu sempre de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo que a sua conduta era proibida e punida por lei", lê-se.

Depois da acusação do Ministério Público, que foi noticiada pelo Expresso, Nuno Pardal Ribeiro apresentou, em fevereiro de 2025, a sua demissão da vice-presidência da distrital de Lisboa do partido Chega, após renunciar ao mandato de deputado municipal.

Este é o partido da lusa extrema direita que até à missa dizem que vão…

… e acreditam neles ate entre juizes ?