O arranque da 2.ª fase foi também adiado.

Os professores terão, até 14 de julho, em vez de 10 de julho, para corrigir as provas, a afixação das pautas fica prevista para 17 de julho, ao contrário do  inicialmente previsto de 14 de julho.

A segunda fase dos exames nacionais é também adiado de 16 de julho para 20 de julho, sendo que deverá terminar a 24 de julho (dois dias mais tarde).

O ministério tutelado por Fernando Alexandre justifica a decisão com as "dificuldades informáticas" ( a sério? E nao falam de Socrates?) no processo de digitalização dos exames finais do ensino secundário, o que "pressionou" o cumprimento do calendário inicialmente previsto.

"Esse atraso gerou uma indesejável imprevisibilidade num processo inovador e complexo, mas essencial para a qualidade e modernização do sistema educativo português", lê-se, num comunicado enviado às redações.

Ná, nós nao recebemos!

A tutela defende que devem ser tidas em conta as "condições de trabalho dos professores classificadores, garantindo sempre o rigor e a qualidade do processo de classificação", dimensões que o ministério "não abdica".

O cumprimento do calendário inicial, continua, implicaria uma "redução do tempo previsto" para cada professor classificar os itens das provas, cuja distribuição não está ainda concluída.

Tal representaria um "risco para a fiabilidade do processo e poderia comprometer a qualidade e o rigor da classificação".

O EduQA deverá publicar ainda durante esta sexta-feira o novo calendário para a 2.ª fase dos exames nacionais.

Já no que diz respeito ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026, mantêm-se as datas originais para as candidaturas, que se iniciam a 20 de julho.

"O Ministério da Educação, Ciência e Inovação lamenta eventuais transtornos que as alterações agora anunciadas possam provocar na vida dos alunos, das suas famílias, dos professores classificadores e das escolas", lê-se ainda.