A segunda fase dos exames nacionais é também adiado de 16 de julho para 20 de julho, sendo que deverá terminar a 24 de julho (dois dias mais tarde).
O ministério tutelado por Fernando Alexandre justifica a decisão com as "dificuldades informáticas" ( a sério? E nao falam de Socrates?) no processo de digitalização dos exames finais do ensino secundário, o que "pressionou" o cumprimento do calendário inicialmente previsto.
"Esse atraso gerou uma indesejável imprevisibilidade num processo inovador e complexo, mas essencial para a qualidade e modernização do sistema educativo português", lê-se, num comunicado enviado às redações.
Ná, nós nao recebemos!
A tutela defende que devem ser tidas em conta as "condições de trabalho dos professores classificadores, garantindo sempre o rigor e a qualidade do processo de classificação", dimensões que o ministério "não abdica".
O cumprimento do calendário inicial, continua, implicaria uma "redução do tempo previsto" para cada professor classificar os itens das provas, cuja distribuição não está ainda concluída.
Tal representaria um "risco para a fiabilidade do processo e poderia comprometer a qualidade e o rigor da classificação".
O EduQA deverá publicar ainda durante esta sexta-feira o novo calendário para a 2.ª fase dos exames nacionais.
Já no que diz respeito ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026, mantêm-se as datas originais para as candidaturas, que se iniciam a 20 de julho.
"O Ministério da Educação, Ciência e Inovação lamenta eventuais transtornos que as alterações agora anunciadas possam provocar na vida dos alunos, das suas famílias, dos professores classificadores e das escolas", lê-se ainda.