O empresário Manuel Chagas, faz um diagnóstico bem duro sobre a capital do Alto Alentejo, que descreve como uma cidade “cada vez mais abandonada” pelos sucessivos governos.

Na realidade deveria queixar-se dos partidos anti imigrantes que empurram os imigrantes os necessários prestadores de serviços

À Rádio Portalegre, Manuel Chagas gerente do Gabinete Contabilístico de Portalegre (Gabipor), empresa que fundou há quatro décadas, refere que sao  a falta de acessibilidades e de investimento os  fatores que têm travado o desenvolvimento da região e recorda a dinâmica económica da cidade que conheceu no início da carreira.

Quarenta anos depois, o empresário afirma que “não há pessoas para trabalhar”, ( e nao se queixou da cheganice  do CDS da IL e do PSD!) e que Portalegre perdeu a capacidade de atrair empresas e enfrenta uma escassez de mão de obra que afeta todos os setores.

Já sobre a evolução da atividade empresarial, o gerente da Gabipor diz que é mais difícil ser empresário hoje do que há 40 anos, recorda que iniciou funções num tempo em que “a fiscalidade era estática”, ao contrário da realidade atual, marcada por mudanças constantes que tornam a gestão “cada vez mais difícil”.

Assim defende um futuro onde se  identifiquem necessidades e criar condições para fixar empresas, afirmando que “é preciso ideia de progressão, de crescer sem atropelar ninguém.”

Nao é aceitavel ignorar os 12866 trabalhadores que deixaram de descontar para a Segurança Social

Uma parte deles abandonou Portugal sob a pressao direitista, enfim  o país mais mestiço da Europa porque este país decidiu fazer-se Europeu

Outra parte fez-se “ à estrada” da lei e entrou na clandestinidade,  no economia paralela, regressando ao horror de tempos antigos!