Para Álvaro Santos Pereira, em dezembro de 2025, as empresas dos concelhos mais afetados tinham 28 mil milhões de empréstimo e os particulares 20,8 mil milhões de empréstimo à habitação, dos quais 15,8 mil milhões para habitação própria e permanente.
Ora o imediato, tempestades como a Kristin têm um impacto na disrupção da atividade, afetando o Produto Interno Bruto e a inflação, além dos danos materiais em infraestruturas, edifícios e equipamentos.
No médio prazo, tendem a provocar perda de capacidade produtiva e o encerramento de empresas.
Álvaro Santos Pereira defendeu um país mais resiliente, capaz de responder a eventos extremos "cada vez mais frequentes e intensos", como as tempestades e os incêndios florestais… bem com juizes que punem os mensageiros como as e os da Climaximo!
Ha que ser capaz de "avaliar riscos, planear e diversificar" e passar de uma sociedade reativa para preventiva, retirando lições dos últimos eventos como a tempestade Kristin, o apagão elétrico de 2025 ou os incêndios de 2017, talvez ouvindo mais os ecologistas!
"Sociedades que planeiam e se preparam para diversas eventualidades e cenários são mais resilientes e robustas",com Álvaro Santos Pereira, a entender que os custos de adaptação às alterações climáticas "devem ser devidamente estimados e integrados nas análises de sustentabilidade da dívida".
Portugal terá ainda de diversificar as suas fontes de energia para fazer face aos riscos das relações comerciais, num "contexto internacional, com elevadas tensões e conflitos geopolíticos".