Dada  uma  retração generalizada, Portugal que caiu 5% no investimento direto estrangeiro face à média europeia, que diminuiu 7%, mantem bom posicionamento

Por isso  mantem um  9.º lugar no Top10 dos principais destinos europeus do investimento direto estrangeiro, segundo  um  estudo anual da consultora EY.

Miguel Farinha, country managing partner da consultora EY em Portugal, acentua  a resiliência do país ao se  manter no 9.º lugar do  Top10 de países mais atrativos ao investimento na Europa.

Ainda o  aumentou de 24% para 37% do número de projetos em expansão no território, com 57% dos investidores a revelar planos para investir ou expandir operações em Portugal nos próximos 12 meses dao um sinal positivo a este investimento .

20% dos investidores aponta o ecossistema tecnológico, IA e centros de dados como fatores  a priorizar para o país maximizar investimento direto estrangeiro nos próximos 5 anos.

Mas  30% dos investidores identificam tambem a energia renovável como uma das principais vantagens competitivas de Portugal, acima dos níveis registados no ano passado.

A maioria dos projetos continua a localizar-se junto dos grandes centros urbanos, onde se fixa mais o talento e o ensino universitário.

Está pois Portugal centrado ainda num litoralismo urbano seguindo a via nascida ja na decada de 60 do seculo XX.

Ora tal fragiliza significativamente o país com uma desertificação ondd perto  de 71% do território de Portugal continental apresenta uma suscetibilidade moderada, alta ou muito alta à desertificação, e quase um terço (30,15%) do território já se encontra degradado no que diz respeito ao uso da terra, produtividade e solo