O PSD o luso “pcus” sem oposição ao lider

Nao quer dizer que o apoiemos mas o  Presidente da Câmara de Manchester, Andy Burnham ao abrir um conflito pela liderança trabalhista britânica mostra como ha fazer politica e “ir fazendo politiquice”! 

Assim o eleito ao arrepio do aparelho nacional, presidente da distrital do PSD em Braga, terra de Hugo Soares, perante esta clamorosa derrota Montenegrista e psdista sente-se ( no mínimo) forçado a recusar ser a  "voz da oposição" à actual liderança.

O cidadao Carlos Eduardo Reis limita-se a ter de dizer que tem  "visão relativamente diferente em algumas matérias".

À  RTP Antena 1,em tempo cinzento  deste vazio  Congresso Nacional do PSD, este psdista até veio salvar a face do boss dizendo  que

Montenegro nao está  fragilizado com o  estrondoso chumbo do pacote laboral na Assembleia da República.

( O PR esse nem precisou de se mexer no sofá…)

"A palavra fragilidade é um pouco forte, talvez menos galvanizado ou entusiasmado, diria assim", lá vai dizendo Carlos Eduardo Reis, "até porque demonstra um ímpeto reformista [do Governo], essa vontade que o Partido Socialista nunca mostrou".

… Para rir…!

Este ex-deputado do PSD vê como "natural" que o Governo procure entendimentos no Parlamento "à esquerda e à direita" acrescentando que "Eu não coloco os dois, PS e Chega, no mesmo patamar", defendendo que "o problema" é que o Governo "não tentou incluir os socialistas nestas reformas, nestes diálogos".

E acrescenta, "Acho que o Governo quer sentar-se com o PS e o PS tem de mostrar essa abertura. Se não mostrar temos nós de insistir", responde, acrescentando que "o exercício de governação é um exercício de paciência" e que não se "satisfazia" só com o Chega, mas "insistiria no envolvimento do PS" nos diálogos parlamentares.

O cinzentismo psdista foi equivalente ao silencio paparazziano nos media face a este comgressinho!