O Estrategizando nunca foi pro sovietico, pelo contrario, mas uma leitura de longo prazo mostra como o suicidio da URSS foi bem danoso para s generalidade das e dos cidadãos no Mundo 

Assim a distribuição da riqueza no mundo de 1990 a 2025 apresenta uma concentração crescente no topo, com o 1% mais rico a controlar  uma parcela cada vez maior, enquanto que os 50% mais pobres estagnaram em cerca de 2% da riqueza global desde os anos 2000, evidenciando o aumento da desigualdade em 30 anos, com o 1% mais rico detendo mais do que os 90% mais pobres em 2025, segundo dados  recentes. 

Crescimento da Desigualdade (1990-2025)

  • Os Ultrarricos Dominam: A riqueza cresceu muito mais rápido para os mais ricos; a fatia do 0,001% mais rico subiu de 3,8% (1995) para 6,1% (2025).
  • Estagnação dos Pobres: A metade mais pobre da população mundial manteve sua parcela de riqueza em torno de 2% desde o início dos anos 2000, apesar de um leve avanço no fim dos anos 90.
  • O 1% vs. os 90%: Em 2025, o 1% mais rico detém mais riqueza do que os 90% mais pobres combinados, segundo o Relatório Mundial da Desigualdade 2026. 

Dados Chave de 2025 (Estimativas)

  • Top 10%: Detêm cerca de 75% da riqueza global.
  • Top 1%: Detém quase metade de toda a riqueza mundial, enquanto os 50% mais pobres ficam com cerca de 1,1%.
  • Impacto: Essa concentração de riqueza também alimenta desigualdades climáticas e de resultados, com os mais ricos emitindo muito mais CO2. 

Contexto Pós-Pandemia e Anos 90

  • A concentração de riqueza foi intensificada pela pandemia de COVID-19, com o 1% mais rico capturando 38% da riqueza global produzida entre 1995 e 2021, enquanto os 50% mais pobres ficaram com apenas 2%.
  • Políticas como impostos progressivos e transferências de renda tiveram um papel na redução da desigualdade em algumas regiões (Europa, América do Norte), mas a tendência geral é de agravamento. 

Ora em acumulo o confronto interpotencias ao nao ser gerido pelo dialogo levou a que a Russia tenha  cerca de 300 biliões de euros em ativos congelados, e aproximadamente 210 biliões de euros sob jurisdição dos Estados-membros da UE.

O restante estará distribuído entre os EUA, Japão, Reino Unido, Suíça e Canadá.

De realçar do total, 60% se concentram numa instituição financeira begla, a Euroclear, que rejeita a libertação dos recursos para a Ucrânia por razoes legais

Entretanto o encarregado de negócios do governo da Venezuela no Equador, Pedro Sassone, afirmou nesta sexta-feira que o país tem mais de US$ 140 biliões bloqueados em bancos no exterior.

Nada como recordar o escandalo que foi com as Trinta e uma toneladas de ouro numa disputa legal entre o Banco Central da Venezuela (BCV) e o Banco da Inglaterra, o banco central britânico.

Os lingotes de ouro, com valor equivalente a US$ 1 bilião, estão bloqueados nos cofres da banco  britânico e pertencem à Venezuela, que agora quer vendê-los e usar os fundos para combater a pandemia do coronavírus, segundo afirma o governo do presidente Nicolás Maduro.

Nao conseguiram!

Muito ético nao é o Banco de Inglaterra?