Nao houve acordo sobre a lei laboral, segundo Francisco Calheiros, o presidente da Confederação do Turismo
O Governo PSD/CDS, o patronato mais à Direita da UE, uma UGT que nao soube recusar a ilegalidade das reuniões srm a CGTP mas soube recusar a imoralidade das propostas governamentais estiveram sentafos numa mesma mesa, esta segunda-feira, 09.03, para debater o pacote de revisão da lei laboral, sem resultado.
A informação foi divulgada à saída do encontro pelos intervenientes.
"Não há acordo", disse Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo (CTP), ao Jornal de Negócios.
Já em declarações ao ECO, acrescentou que "isto é um processo que se arrasta há sete meses. Não podemos prolongar isto".
Por sua vez, João Vieira Lopes, da Confederação do Comércio (CCP), referiu que "face à posição da UGT não havia grande capacidade de diálogo".
O presidente da CIP, Armindo Monteiro, disse em declarações à RTP Notícias que as negociações sobre o pacote laboral terminaram sem acordo por causa da UGT:
"É da responsabilidade da UGT não haver acordo", disse.
O Governo, aue levouao a UGT erro, vem acusar esta central de estar "absolutamente intransigente" nas negociações, prometendo "realizar todos os esforços para que seja possível um acordo", disse à Lusa fonte do executivo:
"A UGT está absolutamente intransigente. O Governo vai realizar todos os esforços para que seja possível um acordo".
Na semana passada, recorde-se, a ministra do Trabalho disse que Governo e parceiros sociais estão "mais próximos do fim do que do princípio" na discussão das alterações à lei laboral, sem fixar prazos para as negociações terminarem.
Rosário Palma Ramalho adiantou que ainda é cedo para saber o desfecho final, mas disse estar "confiante" num eventual acordo nesta sede.
Estranho….