Vê-se um sistema do tipo colonial. Todo um cluster da área da saúde, compreendendo a formação universitária, o financiamento de equipamentos caros, a montagem de consultórios, visando servir as necessidades populações dos poderes da Europa central, ao mesmo tempo que é praticamente inacessível aos indígenas locais. É o mesmo modelo que os franceses implantaram em várias das suas antigas colónias em África, e que se pode estudar no exemplo da Tunísia em várias especialidades médicas.
É este modelo colonial que vemos já em embrião nas restantes áreas da medicina. Portugal começa a deixar a sua antiga posição de semicolónia para se assumir cada vez mais como simplesmente colonia, nesta União Europeia em deriva autoritária.
Não é seguramente o modelo que o povo português quer.