“Deixemo-nos de conflitos estéreis.", diz, mal, o PR Seguro

…diz ainda o PR Seguro que, saúda Governo e PS por "caminho de aproximação" para aprovação do OE.
Curiosamente ninguem parece lembrar-se dos golpes de estado feitos com base em atos eleitorais 2022, 2024 e 2025, de Marcelo Rebelo de Sousa enquanto PR.
Mas, azar, nós no Estrategizando temos boa memoria! 

Em 3 anos três atos eleitorais onde a oposição teve,

PS - 2022 - 41,37%; 2024 - 28% (- 13,37.%); 2025- 22,83% ( -5,17%)

L - 2022 - 1,28% ;2024 - 3,16% ( +1,36%) ; 2025- 4,07% (+0,91%)

BE- 2022- 4,4%; 2024- 4,36%( -0,04%); 2025 - 1,99% ( 2,37%)

PCP - 2022- 4,3%; 2024 -3,17%( 1,13%); 2025- 2,91% (-0,91%)

 

À custa destas eleições/ golpes de estado de MRSousa a AD( PSD+CDS) desenvolveram-se assim,

2022- 27,67%; 2024 -28,02; 2025- 31,21%

Falhados estes golpes que fizeram a AD crescer a “enormidade” de …. 3,54% …!

Estes resultados deveriam ter envergonhado o sr golpista MRSousa mas nada disso foi até ao fim do seu segundo e triste, mesmo muito, mandato!

O novo Presidente da República, Seguro, saudou esta segunda-feira,05.10,  dia da comemoração da Republica o Governo e o Partido Socialista pelo "caminho de aproximação que têm vindo a fazer" com

o objetivo de aprovaro o Orçamento do Estado para 2027 e convidou outros partidos a fazerem o mesmo.

Sabe-se lá porquê pois a media de sustentabilidade dos governos da UE é mesmo - 2 anos e a solucao adequada seria à MRSousa demitir este governo!

Ou nao perante tamanha inconsistência de governaçao…

Para o  Presidente da República, nestas comemorações da Implantação da República, a mesma "só cumpre verdadeiramente a sua promessa quando cada pessoa sente que tem lugar, voz e pode construir o seu projeto de vida".

António José Seguro admite a "emoção" de celebrar a República, que "não se faz apenas das instituições".

O chefe de Estado enuncia várias "conquistas reais" alcançadas ao longo dos 116 anos da República Portuguesa para dizer que "a República são as pessoas".

"Precisamos de soluções duradouras e capacidade política para as aplicar. Portugal precisa de uma nova cultura política com base em entendimentos e políticas interpartidárias", considera o Presidente da República.

Seguro afirma que "não podemos voltar ao inícios só porque começou uma nova legislatura".

"Este é o tempo da política, não o tempo da tecnocracia (...) Temos de vencer a inércia e enfrentar bloqueios", atira, falando na necessidade de "soluções de compromisso que resistam aos ciclos eleitorais" e "abandonar o eterno passa-culpas".

"Como tenho afirmado, a estabilidade não é um fim em si mesmo (...) Só tem verdadeiro valor, quando se transforma em resultados", acredita.

O chefe de Estado diz que "os entendimentos partidários são indispensáveis para construir o futuro" e pede que se olhe "com ambição" o futuro de Portugal: "Deixemo-nos de conflitos estéreis."

"Resolver os problemas das pessoas é a melhor cura para as ameaças dos extremismos e para as maleitas dos regimes democráticos", avisa.

O Presidente da República fala no aumento do custo de vida "que os salários não estão a acompanhar" e diz que a crise energética "exige uma resposta europeia coordenada".

E termina: "Quando o Estado pede aos cidadãos confiança, tem de ser o primeiro a entregar-lhe essa confiança. E em demasiadas situações isso não está a acontecer."