Ja a António José Seguro, afirmou que ha uma carta que escreve "todos os dias" que é aos portugueses e voltou a apelar à concentração de votos na sua candidatura para garantir que um democrata passe à segunda volta, pedindo aos portugueses que "evitem um pesadelo" no domingo.
Henrique Gouveia e Melo, por sua vez, considerou que o regresso do primeiro-ministro à campanha eleitoral se deve à perceção de que o candidato apoiado pelo PSD não passará à segunda volta e manifestou-se angustiado com a escolha do próximo chefe de Estado, considerando Cotrim Figueiredo subserviente ao Governo e que votar André Ventura, "que não quer ser Presidente", é um desperdício.
Já Catarina Martins, apoiada pelo Bloco de Esquerda, nao sabe dizer mais que que "as sondagens não são votos" e insistir no apelo ao voto por convicção, defendendo que só dessa forma a democracia "terá todas as soluções" numa eventual segunda volta.
António Filipe, apoiado pelo PCP, disse que não se deve "violar a correspondência alheia" e recusou comentar a carta que Cotrim Figueiredo enviou a Luís Montenegro, preferindo alertar para a falta de acesso à justiça por grande parte da população.