"Fomos ajudar a montar todo o sistema, nomeadamente a CNE [Comissão Nacional de Eleições] (....) , para realizarem as primeiras eleições democráticas na Guiné-Bissau. Mas depois disto, voltar agora com um golpe militar ou golpe de Estado, já não falamos de Estado frágil, falamos de Estado falhado", salientou Xanana Gusmão.
Após o golpe de Estado de 2012, Timor-Leste prestou durante vários anos apoio à Guiné-Bissau na organização de eleições.
A missão da CPLP seria chefiada pelo ministro timorense da Defesa, Donaciano Rosário Gomes, e incluía elementos de Angola, São Tomé e Príncipe e de Timor-Leste, num total de 15 pessoas, ( como de costume Portugal viste-lo!)
O Governo totalitário guineense de transição claro que repudiou as declarações de Xanana Gusmão, afirmando que "revelam falta de dignidade e de postura política e moral" para "avaliar a realidade" institucional do país, criticou o Ministério dos Negócios Estrangeiros guineense num comunicado, considerou que "as declarações
Timor-Leste assume desde dezembro a presidência da CPLP, que foi retirada à Guiné-Bissau após o golpe de Estado de 26 de novembro, que depôs o então Presidente Umaro Sissoco Embaló, e interrompeu o processo eleitoral, impedindo a divulgação dos resultados das eleições gerais de 23 de novembro.