“Nós lhe demos permissão para entrar no país, então vamos ver, mas eu não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha… Eu pensei que eles foram tratados de forma muito injusta e eu não tomei uma posição na eleição, como você sabe, mas, quando vejo algo que é inadequado, eu levanto o assunto”, declarou.
Uma carta de Flavio foi divulgada na quarta-feira , 28.10, por Paulo Figueiredo, comunicador próximo de Flávio e de Eduardo Bolsonaro onde o ainda senador afirma que pretende continuar a disputa política e se apresenta como representante dos eleitores que apoiaram sua candidatura.
“Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil”, diz um trecho da carta.
Flávio também afirma que será “a voz e a liderança livre da nossa nação”.
Na primeira versão do documento apresentou o nome do país como “Estados Unidos do Brazil”, grafia antiga, acompanhado de um brasão histórico brasileiro.
O material foi utilizado por Flávio para sustentar sua contestação ao resultado eleitoral.
Entretanto a comparação com o direitista venezuelano Juan Guaidó ganhou força nas redes sociais após a divulgação da carta de Flávio Bolsonaro.
Na verdade em 2019, Guaidó autoproclamou-se presidente da Venezuela, em contestação ao governo de Nicolás Maduro, e chegou a receber o reconhecimento dos Estados Unidos e de outros países de onde nasceram sanções e o bloqueamento do outo venezuelano no banco de Inglaterra e de iniciativas que provocaram tensões diplomáticas.
Nasce pois o novo “Flávio Guaidó” …