Assim,  Trump está considerar seriamente retomar operações de combate, seja para tentar romper o impasse nas negociações seja  para desferir um golpe final antes de encerrar a guerra.

O CENTCOM preparou um plano para uma onda de ataques "curta e poderosa" contra o Irão incluindo alvos de infraestrutura na esperança de romper o impasse nas negociações, disseram três fontes com conhecimento do assunto.

A expectativa seria que o Irão retornasse à mesa de negociações, demonstrando maior flexibilidade na questão nuclear.

Outro plano que se espera ser compartilhado com Trump concentra-se na tomada de parte do Estreito de Ormuz para reabri-lo à navegação comercial.

Tal operação poderia incluir forças terrestres, disse uma fonte.

Outra opção que já foi discutida no passado e que pode surgir na reunião informativa é uma operação das forças especiais para garantir a segurança do stock  de urânio altamente enriquecido do Irã.

Trump disse à Axios na quarta-feira que considerava o bloqueio naval ao Irão "um pouco mais eficaz do que os bombardeios".

Duas fontes disseram ao Axios que Trump atualmente vê o bloqueio como sua principal forma de pressionar o governo, mas consideraria uma ação militar se o Irã ainda não cedesse.

Os estrategistas militares dos EUA também estão a considerar a possibilidade do Irão realizar ações militares contra as forças americanas na região em retaliação ao bloqueio.

O General Dan Caine, Chefe do Estado-Maior Conjunto, também deverá comparecer à reunião informativa de quinta-feira, segundo as fontes.

Cooper deu a Trump um briefing dois dias antes de os EUA e Israel iniciarem a guerra contra o Irã.

  • Uma fonte próxima a Trump afirmou que o briefing contribuiu para a decisão de Trump de entrar em guerra.