O estadunidense das Esquerdas, Mark Twain, no seu conhecido humor ( ler As aventuras de Tom Sawyer ou As aventuras de Huckleberry Finn) disse que "As notícias da minha morte são manifestamente exageradas" quando o seu obituário foi publicado por engano antes do seu fim real.” e o mesmo podemos dizer deste pre anunciado fim da UE…
Não sou especialmente pro UE em especial desta franco-germana UE que tem uma capital a mais de 100km do Atlântico e que pensa o mundo com uma cabeça fechada num absurdo continentalismo!
Tao absurdo que a leva a ter um orgasmo sonhando com um Canadá fazendo uma UE alem mar ( o que nunca acontecerá…)
Sempre disse que uma UE sem política externa unica e sem politica de defesa unica nao ia longe… como nao está a ir com a sua Nao Representação na ONU e com a entrega da politica de defesa a uma estadunidense Nato !
A ONU foi fundada em 1945 com 51 membros fundadores.
Em 1950, a Organização das Nações Unidas (ONU) contava com 60 Estados-membros.
A Organização das Nações Unidas (ONU) tem atualmente 193 Estados-membros
So esta evoluçao é bastante para acentuar os limites de uma UE que continua sem politica externa e sem politica de defesa
Diz Antonio Barreto em fim de epitafio “ sem paz, sem o primado do Direito Internacional, com poucos recursos proprios ( militares industriais e energéticos) e sem aliados de confiança a Europa tem diante de si um caminho dificil de evitar: o da debilidade e da insignificância.
É triste.
É perigoso.
É grave.
Mas a Europa a sua Uniao os seus Estados e as suas nações transformaram-se gradualmente em parceiros menores e factores de crise.
Irrelevantes para a paz, o desenvolvimento e a democracia no mundo”
Apesar de Antonio Barreto nascida em 18 de abril de 1951 a UE tera feito 75 anos, se contarmos com o nascimento da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), ou 76 anos se nos lembrarmos da Declaração de Schuman ( e Jean Monnet Monnet que estruturou em 1950 a Declaração Schuman proposta que colocou a produção conjunta de carvão e aço da França e da Alemanha sob uma autoridade comum, sendo a base da atual União Europeia e garantindo a reconciliação duradoura no continente.
Sao muitos anos para tratarmos mal tal senhora…
Senhora que nadou em mar revolto com demasiados Estados a rejeitarem o obvio ( exceto para as castas politicas europeias com a portuguesa nesse embalo…) e vale lembrar, “Todavia, tanto em Portugal, como noutros Estados da UE, o abandono da realização de um referendo ao futuro Tratado europeu ameaça ter custos políticos, pois a consulta popular à falhada Constituição Europeia foi promessa eleitoral de partidos actualmente no poder, incluindo o PS do primeiro-ministro português, José Sócrates.
O argumento utilizado pela generalidade dos líderes políticos do bloco europeu dos 27 é o de que o novo Tratado Reformador da UE (designação oficial) será diferente da falhada Constituição Europeia, por ter sido expurgado do seu conteúdo o designado carácter federalista - que apontaria no sentido da criação de um `Estado Europeu` - e por implicar menos transferências de soberanias nacionais para Bruxelas.
O referendo em Portugal à (entretanto) abandonada Constituição Europeia chegou a estar agendado, mas foi adiado por tempo indeterminado depois da rejeição do documento nos referendos francês e holandês, na Primavera de 2005.
Antes da substituição de Marques Mendes por Luís Filipe Menezes na liderança do PSD (o maior partido da oposição portuguesa), as reservas do Governo Sócrates e da maioria socialista na Assembleia da República quanto à realização de um referendo ao então possível Tratado Europeu de Lisboa apenas tinham o "conforto" do presidente da República, Cavaco Silva, que nunca escondeu a sua oposição a consultas populares sobre estas matérias.
Mas o novo presidente do PSD concorda, na rejeição de um referendo a um Tratado europeu, com o actual chefe de Estado português, ex-líder histórico do seu partido e antigo primeiro-ministro do Governo de Lisboa, cargo que ocupou durante 10 anos (entre 1985 e 1995).
Também a actual direcção do CDS-PP, que voltou a ser liderada pelo antigo `eurocéptico` Paulo Portas, reservou então a sua posição quanto ao referendo para o resultado final das negociações da Cimeira europeia de Lisboa sobre o texto final do futuro Tratado, designadamente quanto a transferências de soberania de Lisboa para Bruxelas.
Ao contrário, os partidos da oposição à esquerda do PS, com assento parlamentar, insistem na defesa da realização de uma consulta popular ao futuro Tratado, argumentando, nomeadamente, que se trata de um compromisso assumido por todas as forças políticas portuguesas durante a campanha para as últimas eleições legislativas no país, em 2005.”
Nao tendo havido referendo é absurda a opiniao de Antonio Barreto sobre a saída do Reino Unido da UE “ foi um dos piores erros e dos maiores disparates da politica imglesa. “, pois o disparate esse sim está à vista com uma UE agachada a um proto fascista Trump e a alimentar um fronteiriço cenario de guerra nascido da recusa em aceitar que referendos resolvessem o conflito Ucrania versus Donetz Lugansk como deveria ter acontecido!
Ainda nós lembramos da triste figura da sra Leyen machistamente arredada para um sofazinho lateral pelo proto fascio Erdogan… e por tal sempre entendi que o ver esta sra ser assim tratada ( ou destratada como dizem os irmãos brasileiros..) que ela era a pior lider possivel da UE !!
E trago à liça esta historia para afirmar que seria uma grande ajuda à sustentabilidade da UE se pelo menos:
Caso contrario a portugueda soluçao será incentivar a reestruturação da CPLP numa Confederação de Estados de Lingua portuguesa com capital rotativa, forte promoção dos Direitos Humanos e de uma Democracia Participativa com um Parlamento CPLP.