Ele foi ao ponto de  afirmar que o povo iraniano fica infeliz quando não é atacado por bombas estadunidenses.

Ao discursar para os participantes da tradicional Caça aos Ovos de Páscoa, ao lado do Coelho da Páscoa – usualmente um funcionário de baixo escalão da Casa Branca fantasiado –, o duck. Trump chamou a celebração anual no gramado sul de "um dia especial" para "celebrar Jesus" e "celebrar a religião".

Logo, logo  passou a  vangloriar-se de como o país "quebrou todos os recordes em nossas forças armadas" e elogiou as forças estadunidenses por resgatarem com sucesso um piloto de F-15 abatido, que foi forçado a ejetar de seu caça sobre o Irão na semana passada.

“E eles são as melhores pessoas da Terra. Nossos guerreiros são os maiores lutadores.”

“Só quero dizer que temos um grande exército. Somos o maior exército, o exército mais poderoso de qualquer lugar do mundo. Vocês viram o que aconteceu com a Venezuela e é uma honra. Eu o construí no meu primeiro mandato e não sabia que o usaria tanto no meu segundo mandato, mas é uma honra para mim”, disse duck Trump.

“E eles são as melhores pessoas da Terra. Nossos guerreiros são os maiores lutadores da Terra e eles te apreciam muito e te amam, e é por isso que fazem isso.”

Tais absurdamente militaristas  falsas declarações do presidente foram feitas antes de sua conferência de imprensa ao lado de líderes militares, enquanto a guerra iniciada por ele e pelo primeiro-ministro israelita  Netanyahu entra na  sua sexta semana.

Mas, enquanto caminhava pelo gramado sul da Casa Branca, cumprimentando as crianças que vieram com seus pais (a maioria dos quais eram apoiantes políticos que haviam sido recompensados com ingressos para o evento), ele repetidamente ofereceu comentários sobre a guerra quando questionado por repórteres.

Ele afirmou que a atual liderança iraniana – cujas identidades não são de conhecimento público – é “muito mais razoável” do que as pessoas que foram alvo de tentativas de assassinato durante os ataques de decapitação israelitas e estadunidenses nos primeiros dias da guerra.

Esses líderes falecidos eram "lunáticos", disse ele, acrescentando que "as pessoas com quem negociamos agora em nome do Irão são muito mais razoáveis".

“Se eu pudesse escolher, o que eu gostaria de fazer? Pegar o petroleo.”

Em seguida, o Sr. Trump atacou a grande maioria dos estadunidenses que atualmente se opõem à guerra, que já dura um mês, chamando-os de "tolos" e afirmando mais uma vez que o objetivo da campanha aérea massiva é garantir que Teerão "não possa ter uma arma nuclear".

Ele se gabou de que o poder aéreo combinado estadunidense e israelita  "arrasou" o país e prometeu que, a menos que os líderes iranianos "digam rendição", não restará "nenhuma ponte", "nenhuma central elétrica" e "nada".

Ele também se vangloriou de seu desejo de saquear os recursos naturais do Irã e expressou decepção com o facto de o povo estaduu se opor a tal linha de ação.

“Se eu pudesse escolher, o que eu faria? Pegaria o petróleo, porque está ali para ser apanhado. Não há nada que eles possam fazer a respeito.”

“Infelizmente, o povo americano gostaria de nos ver voltar para casa. Se dependesse de mim, eu pegaria o petróleo, ficaria com o petróleo e ganharia muito dinheiro”, disse o Sr. Trump.

Na verdade  esta guerra religiosa totalmente imprudente sustenta-se  numa teologia falha e fanatica de ambos os lados

Na realidade a  corrente de nacionalismo fanatica dita cristã que exerce forte influência no governo dos EUA, la vao crendo  na volta de Cristo e no fim do mundo implícitos em sua retórica.

Desta forma esta Semana Santa coincidiu com uma Guerra Santa: os Estados Unidos contra o Irão, o choque entre  fundamentalismos.

Assim tambem numa reunião de oração no Pentágono, Pete Hegseth, o secretário da “vingança divina”, cujo corpo está tatuado com um fuzil AR-15 contou com fanaticos pastores que compararam duck Trump com Jesus Cristo “traido preso e falsamente acusado (!) e Republicanos influentes vêm  em duck Trump um rei-em-espirito…

A par deste pseudo cristao fanatismo temos claro o por nós ja descrito fanatismo xiita  que por via da guerra anti EUA/Israel abre fogo contra os inimigos islamicos sunitas