Segundo o documento, a equipa penitenciária usou pelo menos sete agulhas para tentar canalizar uma via periférica, chegando a dobrar-se uma delas num ângulo de 90 graus ao retirá-la.
Por entre as incríveis dores a própria Pike tentou indicar aos funcionários onde colocar as agulhas, a soluçar e ofegar, e chegou a exclamar textualmente: "Sinto que o braço vai rebentar", e a perguntar: "Isto é assim?".
Esta cidadã de 50 anos, tinha passado quase três décadas no corredor da morte no estado norte-americano do Tennessee após ser condenada, em 1996, pelo assassinato da sua colega de estudos Colleen Slemmer, e seria a primeira mulher executada naquele estado em mais de 200 anos.
Perante o incidente, o governador do Tennessee, Bill Lee, suspendeu as restantes execuções previstas para este ano e ordenou uma investigação independente do ocorrido com o apoio da Procuradoria-Geral, enquanto a defesa de Pike solicita a preservação imediata de todas as provas e a comutação da sua pena.
Segundo meios locais, o caso de Pike é a segunda tentativa de execução falhada no Tennessee este ano.
Até quinta-feira ainda não era conhecido o estado em que se encontrava Christa Pique depois das tentativas falhadas de execução na quarta-feira passada.