Depois de  uma visita à China, Sanchez junta em Barcelona, na qualidade   de Secretário-Geral, do PSOE o fórum Mobilização Progressista Global.

O mesmo quer ser um encontro de líderes de esquerda de todo o mundo e assim entre os convidados especiais do evento estão os presidentes do Brasil, Lula da Silva Gustavo Petro da Colômbia, representantes do Uruguai, Ramaphosa da África do Sul, do Conselho Europeu virá António Costa com mais dirigentes do Partido Socialista Europeu José Luís Carneiro, Secretário Geral do PS estará presente.

No fim de semana a seguir, Sanchez irá receber o Presidente  da República de Portugal, na sua primeira visita ao estrangeiro, no caso a Espanha. António José Seguro

Na RPChina  Sánchez de  11 a 15 de abril de 2026, reunir-se-á com o Presidente Xi Jinping para fortalecer laços bilaterais e economicos.

O Fórum Global Progressive Mobilisation (Barcelona): ou  Global Progressive Mobilisation (GPM) em Barcelona, sera a  dias 17 e 18 de abril de 2026.

O objetivo deste Fórum é construir uma rede internacional progressista para responder ao avanço de forças autoritárias e à erosão do multilateralismo. 

Barcelona será pois um local central da política global nesses 17 e 18 de abril de 2026, ao receber  a Global Progressive Mobilisation (GPM), uma cimeira que junta líderes da esquerda de todo o mundo para criar uma rede internacional de poder progressista  para rivalizar com a influência da extrema‑direita e dos blocos conservadores.

Barcelona tenderá assim a ser uma espécie de ‘Davos da esquerda’, um laboratório de liderança global, estratégia política e alianças transcontinentais que poderá redefinir a forma como a esquerda atua no século XXI.

A cimeira é organizada sob o guarda‑chuva de três grandes plataformas progressistas: o Partido dos Socialistas Europeus (PES), a Internacional Socialista e a Progressive Alliance — uma aliança transnacional de partidos socialistas, social‑democratas e progressistas.

Esta iniciativa resultou de dialogos estratégicas entre líderes europeus e internacionais de centro‑esquerda, lidetados  pelo presidente do PES, Stefan Löfven, e pelo primeiro‑ministro das Espanhas Pedro Sánchez, que também preside à Internacional Socialista desde 2022.

Löfven defende que a resposta progressista «não pode ser fragmentada ou tímida» diante do crescimento de forças autoritárias e nacionalistas por todo o mundo, fenómeno que, exige  «acção conjunta e mobilização global».

Barcelona foi escolhida não por acaso: mas por ser uma das metrópoles mais cosmopolitas da Europa, e uma cidade republicana que representa um ponto de resiliencia politica nas Espanhas

país onde a esquerda e a direita chocam até sobre temas como democracia, a autonomia regional a Republica  e políticas sociais.

O evento projetará Barcelona como um espaço permanente de diálogo e mobilização no campo político global.

 Entre os participantes mais esperados estão chefes de Estado e de Governo de várias regiões do mundo, como já dissemos Luiz Inácio Lula da Silva(Brasil); Gustavo Petro (Colômbia); Yamandú Orsi (Uruguai); Cyril Ramaphosa (África do Sul); António Costa (Presidente do Conselho Europeu) e ainda figuras políticas e intelectuais de renome de todo o espectro progressista.

Este alinhamento quer concretizar uma aliança transcontinental de forças progressistas para coordenar um discurso político comum sobre temas que vão desde a defesa da democracia e direitos humanos até políticas económicas, transição climática, redes digitais e migrações.

Sabemos que o evento surge neste  contexto global cada vez mais tenso: com conflitos no Médio Oriente, tensões no Estreito de Ormuz

Esta cimeira pretende  posicionar a esquerda como actor global e estratégico, não apenas reactivo às crises, mas proactivo na definição de soluções num tempo de grande fragilização das Esquerdas

Pretende esta cimeira em Barcelona  ser um  exercício de liderança transnacional que vai alem dos debates académicos como os projetados por Pickety  sobre como a política funciona num mundo cada vez mais interdependente.

Estes grupos desejam criar espaços de cooperação que subvertem a lógica tradicional do Estado‑nação.

Defende a  investigação académica   que redes sociais, digitais e políticas conseguem gerar impacto real em termos de governação e mobilizaçãoquando unem atores com legitimidade social e intelectual,

As forças concretas a dinamizar este encontro sao uma rejeição explicita da extrema direita como  muitos partidos de direita e populistas já desenvolveram em redes internacionais sólidas.

A esquerda pretende  criar uma contraparte organizada, estratégica e duradoura neste tempo em que o actual sistema multilateral enfrenta uma crise, com nações a privilegiar interesses nacionais e soluções unilaterais em vez de cooperação. Barcelona pretende ser um ponto de inflexão nessa dinâmica.

Pedro Sánchez note-se  assume  uma  sua posição internacional,

na denúncia de conflitos e defesa do direito internacional até à promoção de políticas progressistas em plataformas como a União Europeia.

Barcelona poderá transformar‑se numa referência global.