Teremos nas Esquerdas mais um partido, o Vamos - Democracia Solidária, que será lançado amanhã, em conferência de imprensa.
Este partido diz-se ser "uma alternativa assente na democracia, na justiça social e na solidariedade", e que pretende "colocar a economia ao serviço das pessoas e reforçar a participação democrática".
Diz a TSF, que falou com um dos membros da comissão instaladora do partido, que a criação do movimento foi motivada pela perceção de que a esquerda se distanciou "do dia a dia e das dificuldades na vida das pessoas e das famílias".
Por isso as políticas defendidas pelo partido já são públicas e incluem propostas para diferentes áreas, entre elas, a saúde, o trabalho, a economia, a cultura e dinâmicas populares de base.
E refletem,
- um reforço dos serviços de saúde públicos;
-um Serviço Nacional de Emprego que garanta trabalho remunerado e socialmente útil a todas as pessoas involuntariamente desempregadas;
-a defesa da propriedade pública e comunitária de setores estratégicos da economia;
-a criação de uma rede pública de equipamentos culturais em todo o território;
-a defesa da regionalização como aprofundamento da democracia;
-um explorar alianças com países da UE dispostos a votar contra as iniciativas de natureza federalizante da Comissão Europeia;
-um corte de relações diplomáticas com o Estado de Israel;
Entre a sua liderança está Paula Marques, membro da comissão instaladora do partido, que entende ser necessária "a radicalidade democrática para ir à raiz dos problemas", e que as respostas para as questões fundamentais não serão alcançadas com "as mesmas fórmulas que até agora não resultaram".
Paula Marques é uma conhecida activista, militante “desde que começou a ter consciência individual e colectiva”e desenvolveu a sua militância quer em estruturas partidárias quer em organizações da sociedade civil. “Porque continua a querer saber como funciona o mundo, porque continua a ter essa inquietação”.
Cumprimentamos todos os partidos das Esquerdas mas insistimos que so a sua unidade permitirá a derrota de uma Direita cada vez mais à Direita!
E estamos convencidos que a derrota das Direitas urge claro a conquista do eleitorado absentista!